- O "bailado", passos de dança originados dos índios e desenvolvidos como tradição do folclore parintinense.
- Letra e música do boi-bumbá amazônico.
- Conceito compreendido no IV Seminário Nacional TRANSE com a proposta: Patrimônio Imaterial, performance cultural e (re) tradicionalização, que teve suas diretrizes expostas em TEIXEIRA, João Gabriel L. C ., et al (org). Patrimônio imaterial, performance cultural e(re) tradicionalização. Brasília: ICS-UnB, 2004.
- Auto dramático. O fazendeiro coronel, denominado de Amo do boi, tem uma filha, conhecida como Sinhazinha da fazenda. Ela tem uma paixão doentia pelo boizinho da fazenda. Catirina, mulher negra de Pai Francisco, está grávida e deseja comer a língua do boi. Por isso induz Pai Francisco a matar o boizinho. Ele mata o boi para satisfazer o desejo de Catirina, mas antes de retirar a língua do boi, o crime é descoberto por Sinhazinha que passa a sofrer. O criminoso é caçado e preso. O Amo do Boi para sanar a dor de sua filha, chama o Pajé da tribo para ressucitar o boizinho. Na encenação do auto no FFP, a morte e a ressurreição do boi deixaram de existir a partir do fim da década de 70, embora se mantivessem os personagens em conjunto a outros personagens e itens relacionados à cultura indígena e do caboclo.
- Revista Parintins – cultura e folclore. Número 2, 2001. p. 102
- Expressão que o simpatizante de um boi se refere ao rival.
- PINHEIRO, Roosivelt Max Sampaio. Cultura visual e práticas artísticas no 36º Festival Folclórico de Parintins. Rio de Janeiro: UFRJ, 2002. p. 16
- Esta antiga tradição persiste na forma do Boi de rua ou Alvorada do Boi. Festa que envolve a comunidade brincante até o dia amanhecer, acompanhados da Batucada ou Marujada – bateria dos Bois-bumbás, em dias alternados, percorrendo a cidade junto com o povo e prestando homenagem aos seus fundadores, membros da diretoria, e artistas consagrados.
- Artistas como Joãozinho Trinta reconhecem as qualidades artísticas do Festival como pólo de intercâmbio de recursos técnicos, estéticos e humanos.
- As alegorias apareceram na década de 70 por esta influência, contando histórias do cotidiano do povo amazonense. O impulso na cultura do caboclo para as apropriações dos costumes populares, das lendas da Amazônia e da cultura indígena evoluíram ainda mais a partir da década de 80.
- Nome sugerido para o FFP por PINHEIRO, Roosivelt Max Sampaio. Op cit. p. 140
- A arte e o folclore de Parintins são responsáveis pela geração de renda, emprego para milhares de pessoas e uma melhor qualidade de vida para o povo.
- Povo guerreiro que migrou para a serra de Parintins.
- Pescado protegido por lei.
- Bebida extraída da mandioca aprendida com os índios.
- Sede administrativa com a quadra de ensaio das agremiações.
- Miscigenação entre o índio e o branco. Mas que devido à formação histórica brasileira desta região detém em menor proporção o sangue da raça africana e de etnias orientais.
- Nomenclatura relativa a índio na língua tupi.
- Estádio construído para ser palco das evoluções folclóricas, inaugurado em 1988. Popularmente chamado de “arena” tem o formato estilizado da cabeça de um boi e capacidade para 35 mil pessoas – tendo em vista pra os próximos anos o projeto de duplicação desta capacidade. Do lado vermelho fica a galera do Garantido e do lado azul fica a galera do Caprichoso. Enquanto um Boi se apresenta a galera do Boi contrário fica respeitosamente assistindo, quer dizer, metade da arena em silêncio e a outra brincando. Isto faz parte do jogo, devido as galeras serem item de julgamento e contarem pontos.
- Integrantes que saem nas agremiações ou que brincam de boi-bumbá.
- Revista Parintins – Toada e boi-bumbá. Amazonas: Amazon Best, 2004
- Homem que se fantasia de boi-bumbá nas Associações Folclóricas de Parintins; item de julgamento do Festival Folclórico de Parintins.
- Complexo da Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido que consta da: sede administrativa, núcleos quadra e galpões de criações de alegorias, fantasias e bateria.
- Ritmo musical do boi-bumbá amazonense.
- Durante a apresentação nos dias do festival, o boi com o “tripa” aparecem de surpresa em diversas áreas do bumbódromo – estádio de arena.
- Expressão usada para enfatizar a tecnologia usada na confecção da fantasia de boi.
- Expressão para designar a Cidade Garantido.
- Entrevista realizada em Parintins em junho de 2004.
- Idem.
- Professor, fotógrafo, designer gráfico e autor de dois livros sobre Parintins
- entrevista realizada em Parintins em junho de 2004.
- Revista Parintins. Op cit. P.16
- Revista do Caprichoso. Op cit. P. 26
- Entrevista realizada em Parintins em junho de 2004.