emisferica 4.2
emisferica 5.1 printer friendly document

Del arte al activismo: una historia de imágenes en movimiento

BIO

Maria Rosa Jijon (1968) é uma artista e ativista equatoriana que trabalha com fotografia, vídeo, som e intervenções públicas. Realizou seus estudos no Equador, Cuba e Suécia. Vive e trabalha em Roma e Quito. O trabalho de Jijon lida com a idéia de ser estrangeiro e com a mobilidade humana em contextos migratórios; sendo assim, está baseado na troca mútua e colaboração com grupos de trabalho de base e organizações locais de migrantes. É também treinadora e professora da MUS-E, um projeto artístico europeu com o objetivo de introduzir arte nas escolas primárias como um meio de luta contra a violência. Jijon já participou de várias oficinas sobre intervenção social e urbana com a fundação Cittadellarte Foundation de Michelangelo Pistoletto. Também já fez parte de projetos de filme com relação às comunidades estrangeiras na Itália assim como organizações de jovens de rua no Equador. Seu trabalho já foi mostrado em galerias e museus em mais de 30 países.

FECHAR


RESUMO

Da arte ao ativismo: uma história de imagens em movimento

Neste ensaio, María Rosa Jijón nos mostra como uma artista que se converte em imigrante questiona os territórios do ativismo sem abandonar as premissas do trabalho da produção simbólica. O ensaio propõe um olhar sobre o novo assunto político da nossa época, caracterizada pela mobilização de pessoas e capitais como resultado das políticas macroeconômicas que afetam a maior parte do mundo majoritário. Um percurso autobiográfico que analisa os canais de comunicação que se abrem, e as novas formas de representação das organizações sociais que lutam pelos direitos dos trabalhadores imigrantes e suas famílias. O cinema, o vídeo, a fotografia, a escritura, âmbitos que antes iam somente a serviço da arte, se elevam com conteúdos de vidas e relatos que contribuem para a discussão a partir da própria fonte e facilitam os processos políticos de reivindicação social. A Itália, um país com um passado colonialista, não quer aceitar sua nova imagem multiétnica e pluricultural, apelando para uma identidade fixa, estereotipada e superada, que nunca existiu. Neste cenário aparecem organizações de primeiras e segundas gerações que, frente aos preconceitos, inventam novos mecanismos de transformação cultural.

FECHAR






Ativismo

Del arte al activismo: una historia de imágenes en movimiento



Humor

Santuário Estressado