quarta-feira, 30 maio 2012 15:19

Entrevista com Teddy Cruz (2009)

Entrevista com Teddy Cruz, conduzida por Diana Taylor durante o 7o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em agosto de 2009 em Bogotá, Colômbia, sob o título Cidadanias em Cena: Direitos Culturais nas Américas. Nesta entrevista, Teddy Cruz fala sobre como o seu trabalho relacionado à performance, em particular, promove uma intervenção política na esfera pública. Esta entrevista complementa a sua participação numa mesa redonda sobre Arquitetura, Geografia e Visualidade, apresentada nesse evento de 10 dias, que reuniu ativismo, academicismo e arte em torno dos temas dos legados, memórias, batalhas e limites da cidadania.

 Biografia 

Teddy Cruz é Professor Associado do Departamento de Cultura Pública e Urbanismo nas Artes Plásticas da University of California. Ele é reconhecido pela sua pesquisa urbana da fronteira Tijuana-San Diego e pelo seu trabalho sobre a moradia e a sua relação com uma política urbana incluindo mais programas sociais e culturais para a cidade.

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quarta-feira, 30 maio 2012 15:18

Entrevista com Rocío Boliver (2009)

Entrevista com Rocío Boliver, conduzida por Antonio Prieto Stambaugh durante o 7o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em agosto de 2009 em Bogotá, Colômbia, sob o título Cidadanias em Cena: Direitos Culturais nas Américas. Nesta entrevista, Rocío Boliver fala sobre como o seu trabalho relacionado à performance, em particular, promove uma intervenção política na esfera pública. Esta entrevista complementa a sua performance, entitulada Sonata para pepáfono y voz, Opus 140, apresentada nesse evento de 10 dias, que reuniu ativismo, academicismo e arte em torno dos temas dos legados, memórias, batalhas e limites da cidadania.

 Biografia

Rocío Boliver, La Congelada de Uva, tem atuado no cenário da arte mundial desde 1992. Ela iniciou a sua carreira como artista performática em 1992, com uma leitura dos seus textos porno-eróticos, enfocando a sua crítica contra a repressão feminina.

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quarta-feira, 30 maio 2012 15:16

Entrevista com Giuseppe Campuzano (2009)

Entrevista com Giuseppe Campuzano, conduzida por Marcela Fuentes durante o 7o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em agosto de 2009 em Bogotá, Colômbia, sob o título Cidadanias em Cena: Direitos Culturais nas Américas. Nesta entrevista, Giuseppe Campuzano fala sobre como o seu trabalho relacionado à performance, em particular, promove uma intervenção política na esfera pública. Esta entrevista complementa a sua performance, entitulada Museo Travesti, apresentada nesse evento de 10 dias, que reuniu ativismo, academicismo e arte em torno dos temas dos legados, memórias, batalhas e limites da cidadania.

 Biografia

Giuseppe Campuzano é pesquisador e artista. Desde 2003, ele tem trabalhado no projeto Museo Travesti, uma exploração das realidades acerca do travestismo, uma encenação das suas estéticas e um confronto entre as suas formas de conhecimento e os discursos oficiais.

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quarta-feira, 30 maio 2012 15:14

Entrevista com Tania Bruguera (2009)

Entrevista com Tania Bruguera, conduzida por José Muñoz durante o 7o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em agosto de 2009 em Bogotá, Colômbia, sob o título Cidadanias em Cena: Direitos Culturais nas Américas. Nesta entrevista, Tania Bruguera fala sobre como o seu trabalho relacionado à performance, em particular, promove uma intervenção política na esfera pública. Esta entrevista complementa a performance de Bruguera, Untitled / Sem Título (Bogotá, 2009), apresentada nesse evento de 10 dias, que reuniu ativismo, academicismo e arte em torno dos temas dos legados, memórias, batalhas e limites da cidadania.

Biografia

Tania Bruguera é uma artista política que trabalha principalmente com a arte comportamental (arte de conducta). A sua obra explora o papel da audiência nas performances e a relação entre a ética e o desejo. Bruguera procura criar situações políticas através da sua obra. Ela já exibiu e fez performances na Documenta, em Bienais de Viena e em museus como o Tate Modern. Em 2008, ela recebeu um Prêmio Prince Claus (Holanda). A sua obra já foi discutida, desde 1960, no Artforum, no The New York Times, no Performance Research e no Performance: Live Art, dentre outras publicações. Em 2002, ela criou a Cátedra Arte de Conducta, o primeiro centro em Havana dedicado ao estudo da arte política.

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terça-feira, 29 maio 2012 17:53

Entrevista com Vivian Martínez Tabares (2009)

Entrevista com Vivian Martínez Tabares, conduzida por Mila Aponte-González durante o 7o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em agosto de 2009 em Bogotá, Colômbia, sob o título Cidadanias em Cena: Direitos Culturais nas Américas. Esse evento de 10 dias reuniu ativismo, academicismo e arte em torno dos temas dos legados, memórias, batalhas e limites da cidadania. Nesta entrevista, Vivian Martínez Tabares fala sobre como o seu trabalho relacionado à performance, em particular, promove uma intervenção política na esfera pública.

 Biografia

Vivian Martínez Tabares é uma crítica, pesquisadora, editora e professora cubana, cuja obra tem sido compilada em antologias importantes, e que tem colaborado para publicações especializadas nas Américas e na Europa. Ela dirige a revista sobre o teatro latino-americano Conjunto e recentemente publicou uma compilação das suas resenhas no ‘Pensar el teatro en voz alta’. Ela atualmente é Adido Cultural de Cuba no México.

 

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quarta-feira, 09 maio 2012 15:46

Entrevista com Viveca Vázquez (2007)

Entrevista com Viveca Vázquez, conduzida por Beliza Torres como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

terça-feira, 14 fevereiro 2012 17:19

Entrevista com Soni Moreno (2006)

Nesta entrevista, Soni Moreno (Mayan/Apache/Yaqui) reflete sobre os seus primeiros anos como artista performática, chegando à Cidade de Nova Iorque e encontrando a American Indian Community House (AICH). Durante essa época, ela conheceu também a sua parceira de canto Pura Fé (Tuscarora) e iniciou o grupo Ulali (www.ulali.com). Ela relembra todas as performances que ela já viu e das quais participou durante os anos em que esteve na AICH, incluindo artistas performáticos de prestígio como o músico de jazz Jim Pepper (Kaw) e a estrela do rock Robbie Robbertson (Mohawk). Ela fala sobre os diferentes projetos realizados na AICH, desde a comédia ao drama e à dança, na galeria e no Círculo. Soni já participou de diversas colaborações ao longo dos anos e ela recorda o seu trabalho na obra Monólogos da Vagina (Vagina Monologues) e na trilha sonora de L Word com o Matou, o grupo americano nativo Moari com o qual ela está atualmente fazendo performances.

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terça-feira, 14 fevereiro 2012 16:47

Entrevista com Drew Hayden Taylor (2005)

Nesta entrevista, Drew Hayden Taylor (www.drewhaydentaylor.com), um autor, humorista e dramaturgo Ojibwa da Reserva Curve Lake, em Ontário, Canadá, fala sobre a sua utilização do humor, os seus sentimentos sobre o uso de questões nativas no seu trabalho e como o seu trabalho é recebido em diferentes comunidades. Ele também aborda o ato de escrever a partir de uma perspectiva aborígine para uma audiência mais ampla, não-nativa. Ao analisar o uso do humor nativo nas suas peças, ele revela a linguagem universal destas. Dentro do contexto mais amplo do teatro aborígine, Drew olha para o desenvolvimento das suas obras como uma ramificação da obra de artistas como Thompson Highway e sente que ele é capaz de ir além das primeiras obras nesta área, que são, acima de tudo, sombrias e deprimentes. Finalmente, Taylor faz uma rapsódia sobre o futuro do Teatro Nativo e a tradução dos clássicos, como Chekhov, para ambientes aborígines.

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terça-feira, 14 fevereiro 2012 16:38

Entrevista com Chris Eyre (2006)

Entrevista com o cineasta Chris Eyre (www.chriseyre.org), conduzida por Andrew McLeam (Inupik). Nesta entrevista, Chris comenta as razões que o levaram à carreira cinematográfica, os seus primeiros anos de vida como cineasta na NYU e a influência que essa base educacional teve no seu trabalho, segundo ele. Ele também relembra o início da sua carreira, numa época em que o cinema independente ainda tinha poder no mundo da mídia, e a florescente comunidade de cinema nativo que brotou durante esse período. A discussão é então levada até o seu marcante filme, entitulado Smoke Signals / Sinais de Fumaça, e o rumo para onde o sucesso do filme o conduziu, pessoal e profissionalmente. O sucesso deste filme gerou no artista uma sensação de maior responsibilidade de representar e adquirir conhecimentos sobre outras tribos, já que ele tornou-se um involuntário porta-voz dos povos nativos. Como cineasta no início da sua carreira, o entrevistador Andrew McLean dirigiu várias perguntas a Eyre sobre o relacionamento com o mundo do cinema como um produtor de uma minoria étnica. Chris afirmou considerar as pressões existentes como “voltadas para o problema” e que o fato de uma pessoa nativa aparecer no cinema torna a obra uma peça política. Eyre reflete sobre alguns dos seus filmes, como Skins (que ele fez para ilustrar a pobreza na reserva de Pine Ridge e, consequentemente, não fez sucesso), e contrasta isso aos seus filmes movidos pelo caráter, como Smoke Signals e Edge of America, que têm uma aceitação mais universal. Finalmente, Chris compartilha com Andrew, que vem de uma nação baleeira, o seu entusiasmo quanto ao próximo projeto sobre a caça às baleias pelos Makah, que ocorreu em 17 de maio de 1999, na Baía de Neah.

 

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terça-feira, 14 fevereiro 2012 16:28

Entrevista com Alan Michelson (2005)

Pouco após a abertura do seu show, Revealing the Absent Indian, parte da série New Tribes New York no National Museum of the American Indian, Alan Michelson fala sobre a exibição, que é uma retrospectiva da sua obra. Boa parte da sua arte tem sido influenciada pelo fato de ele ter sido adotado fora da sua tribo (crianças indígenas eram adotadas por pessoas de fora em taxas alarmantes entre os anos 40 e os anos 70) e só ter encontrado a sua família Mohawk bem mais tarde. Michelson enquadra essa questão dentro do tópico mais amplo do desalojamento indígena. Outro tema da sua obra é a paisagem, que o artista utiliza para desafiar as noções de supremacia e de superioridade. Uma das peças em que Alan se concentra, Two Row II (Duas Fileiras II), é uma instalação em vídeo que refere-se ao “Cinturão Wampum das Duas Fileiras” ou Two Row Wampum Belt, que simboliza o acordo perante o qual os Iroquois/Haudenosaunee (a confederação das seis nações indígenas, da qual os Mohawk fazem parte) acolheram os povos brancos nas suas terras: “Nós NÃO seremos como pai e filho, mas como irmãos. Essas DUAS FILEIRAS (TWO ROWS) simbolizarão embarcações viajando ao longo do mesmo rio juntos. Uma será para o Povo Original, as suas leis, os seus costumes; o outro será para o povo europeu e suas leis e costumes. Nós viajaremos por esse rio juntos, mas cada um no seu próprio barco. E nenhum de nós irá tentar conduzir a embarcação do outro”. Os Haudenosaunee têm cumprido com o seu compromisso até hoje. A obra de arte de Alan está também no cinema e o seu show pode ser assistido pelo site www.nmai.si.edu/exhibitions/newtribe/.

 

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