Entrevista com Roberto Gutiérrez Varea e Violeta Luna, do coletivo Secos y Mojados, conduzida por Sarah Townsend como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

 Biografia

Secos y Mojados é um coletivo de performance latino, co-fundado por Violeta Luna (México), Víctor Cartagena (El Salvador), David Molina (Argélia/El Salvador) e pelo seu diretor, Roberto G. Varea (Argentina). O coletivo é sediado em San Francisco, Califórnia (E.U.A.).

Roberto Varea nasceu na Argentina e vive em San Francisco, Califórnia, Estados Unidos, desde 1992. O seu trabalho enfoca as questões referentes à performance e à sua relação com a violência estatal e os movimentos de resistência.

Violeta Luna é atriz e artista performática. Ela recebeu o seu mestrado em Atuação pelo Centro Universitario de Teatro, na Cidade do México. Desde 1998, ela é Artista Associada do La Pocha Nostra, sob a direção de Guillermo Gómez-Peña. O seu trabalho atual explora a relação entre o teatro, a performance e o engajamento da comunidade.

 

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Interview with Rulan Tangen (Dancing Earth) and Leland Chapin (Los Colores Studio), conducted by Jennifer Cayer as a part of the 6th Encuentro of the Hemispheric Institute of Performance and Politics

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Entrevista com o Reverendo Billy (William Talen) e Savitri D., da Church of Stop Shopping (Igreja do Pare de Comprar), conduzida por Jill Lane como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

 Biografia

O Reverendo Billy e Savitri D. são artistas performáticos domiciliados em Nova Iorque, Estados Unidos. O casal dirige a Church of Stop Shopping, uma performance comunitária radical, que usa os estilos do televangelismo fundamentalista e trabalha dentro da tradição do Movimento pelos Direitos Civis (The Civil Rights Movement), da Teologia da Libertação latino-americana e do ACT-UP.

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quarta-feira, 30 maio 2012 18:09

Entrevista com María Galindo (2007)

Entrevista com María Galindo, do Mujeres Creando, conduzida por Diana Taylor como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

 Biografia

María Galindo é uma das fundadoras do Mujeres Creando, um grupo anarquista-feminista criado em 1992 em La Paz, Bolívia, que faz performances de ações criativas nas ruas, produz vídeos, tem o seu próprio jornal e publica livros de poesia, teoria feminista e sexualidade, dentre outras coisas. O grupo é formado por mulheres de origens culturais, sociais e etéreas diferentes e ele vê a criatividade como um instrumento de resistência e participação social.

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Entrevista com Federico Zukerfeld e Loreto Garín, do Grupo Etcétera, conduzida por Marcela Fuentes como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

Biografia

O Grupo Etcétera, da Argentina, criou o Errorista Internacional. Nas suas próprias palavras, o Errorismo nasceu de um erro: em tempos de censura, nos vemos sujeitos a forçar a nossa linguagem, a levar as metáforas ao seu limite máximo, para fazer referência a algo sem utilizar o seu nome. Por não podermos utilizar as palavras (T)errorismo ou (T)errorista, devido ao peso simbólico e ao perigo que esses termos representam, escapamos para um jogo de palavras. Foi assim que o Errorismo nasceu: por um erro.

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Interview with Lois Weaver and Peggy Shaw of Split Britches, conducted by Sarah Townsend as a part of the 6th Encuentro of the Hemispheric Institute of Performance and Politics

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Interview with Stella Giaquinto and Nora Mouriño of the Grupo de Teatro Catalinas Sur, conducted by Julieta Infantino as a part of the 6th Encuentro of the Hemispheric Institute of Performance and Politics, celebrated in June of 2007 in Buenos Aires, Argentina

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quarta-feira, 30 maio 2012 17:56

Entrevista com Ana e Débora Correa (2007)

Entrevista com Ana e Débora Correa, do Grupo Cultural Yuyachkani, conduzida por Katherine Nigh como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

 Biografia

O coletivo de teatro mais importante do Peru, o Grupo Cultural Yuyachkani tem trabalhado desde 1971 na vanguarda da experimentação teatral, da performance política e da criação coletiva. “Yuyachkani” é uma palavra do idioma quechua que significa “estou pensando, estou recordando”. Sob este nome, o grupo de teatro tem dedicado-se à exploração coletiva da memória social incorporada, particularmente em relação a questões sobre a etnia, a violência e a memória no Peru. O grupo é composto de sete atores (Augusto Casafranca, Amiel Cayo, Ana Correa, Débora Correa, Rebeca Ralli, Teresa Ralli e Julián Vargas), um designer técnico (Fidel Melquíades) e um diretor artístico (Miguel Rubio), que firmaram um compromisso para com a criação coletiva como modalidade de produção teatral e para com o teatro em grupo como um estilo de vida. A sua obra tem figurado entre as mais importantes do chamado “Novo Teatro Popular” na América Latina, com um grande comprometimento para com os problemas, a mobilização e a defesa das comunidades de base. O grupo Yuyachkani recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos no Peru no ano 2000. Conhecido pela sua criativa adoção tanto das formas de performance indígenas quanto das formas teatrais cosmopolitas, o Yuyachkani oferece uma visão interna do teatro peruano e latino-americano e de questões mais amplas relativas à estética social pós-colonial.

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Entrevista com Miriam Álvarez e Lorena Cañuqueo, do Proyecto de Teatro Mapuche, conduzida por Julieta Infantino como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

Biografia

Miriam Álvarez e Lorena Cañuqueo fazem parte do Proyecto de Teatro Mapuche, um projeto de teatro político que enquadra-se no movimento Mapuche contemporâneo em geral, em Bariloche, Província do Rio Negro, Argentina, fundado em 2001. Elas falam sobre a performance Pewma, baseada num tipo específico de sonho – o pewma – que tem o poder de transmitir mensagens para aquele que sonha. A memória do povo Mapuche, pesada por força da experiência traumática do genocídio, é objeto desta performance no presente, através desse sonho.

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Entrevista com Luis Pazos e Héctor Puppo, do Grupo Escombros, conduzida por Marcela Fuentes como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

 Biografia

O Grupo Escombros emergiu em 1988 em La Plata, Argentina, como um coletivo dedicado à arte pública/de rua. Foi um período de desenfreada hiperinflação, onde tudo parecia estar desmoronando, inclusive a democracia. Os artistas se perguntavam “o que vai restar do nosso país?” A resposta deles foi “os escombros”. Foi daí que veio o nome do grupo. A maior parte das suas performances ocorrem em locais abertos; são criadas para e pelas pessoas de La Plata, refletem as realidades sócio-políticas atuais e são produzidas com o uso de materiais descartados. O Escombros expressa-se através de todas as formas de comunicação imagináveis: instalações, manifestos, murais, objetos, posters, poemas, impressões, discursos públicos, poemas visuais, grafite, cartões postais, net arte, etc.

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