Performance, memória, descolonização e cidadania nos espaços diaspóricos contemporâneos caribenhos e africanos

Performance, memória, descolonização e cidadania nos espaços diaspóricos contemporâneos caribenhos e africanos photo/foto: Cristhian Ávila
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Photo/Foto: Cristhian Ávila

Honor Ford-Smith (York University), Rawle Gibbons (University of the West Indies), Carol Lawes (WROC), Diane Roberts (Urban Ink), Deborah Thomas (University of Pennsylvannia), Eugene Williams (Jamaica School of Drama)

Esta oficina explora a performance como espaço da memória, da descolonização e do entrelaçamento das múltiplas temporalidades nos espaços diaspóricos contemporâneos caribenhos e africanos, e questiona as implicações disso na cidadania, no poder e na possibilidade no presente. Ao retirar exemplos do Carnaval, rituais sagrados/seculares e performance política da diáspora contemporânea caribenha e africana, a oficina explora como as performances desafiam e reproduzem condições específicas de cidadania, raça, gênero e a possibilidade política. A oficina combina demonstrações de palestras, performance, discussões e áudio-visual.

Biografias

Honor Ford-Smith é professora assistente em artes da comunidade e meio ambiente da Faculdade dos Estudos do Meio-Ambiente, na York University. É conhecida principalmente por seu trabalho como fundadora e directora artística do Theatre Collective Sistren, na Jamaica. Entre seus trabalhos publicados estão:  3 Jamaican Plays 1976-1986;  Lionheart Gal: Life stories of Jamaican Women (com o grupo Sistren); e My Mother’s Last Dance: An anthology of poems.

Rawle Gibbons é Professor sênior do Festival Centre for the Creative Arts, na University of the West Indies, em St Augustine, Trinidad e Tobago. Sua peças fazem parte da antologia A Calypso Trilogy (1999) Kingston and Port of Spain: Ian Randle and Canboulay Publishers.

Carol Lawes é reconhecida pela criação de papéis persuasivos femininos que combinam o humor satírico com a iconografia religiosa e a criatividade linguística. Seu nome é associado com as personagens: Lettie nos trabalhos, criados coletivamente, Fallen Angel and the Devil Concubine, Queenie em Sufferer's Song; e Nen em Ilawah. É também diretora, animadora de teatro popular e administradora artística. Atualmente, desenvolve o ramo teatral da Women's Resource and Outreach Centre (WROC), uma organização feminina de comunidade de base que tem como principal enfoque a prevenção à violência.

Diane Roberts is Artistic Director of Urban Ink productions, which is a First Nations theatre company, founded in 2001 by Marie Clements in Vancouver. The company creates, develops and produces aboriginal and diverse cultural works of theatre, writing and film, utilizing an approach which embraces and strives for the combination and integration of artistic disciplines, including different forms of theatre, story-telling, dance, music, video and multi-media.

Deborah Thomas é Diretora artística da Urban Ink productions, uma compannhia de teatro de First Nations, fundada em 2001, em Vancouver, Canadá por Marie Clements. A companhia cria, desenvolve e produz peças indígenas, diversas e culturais de teatro, criação de textos e cinema. Utiliza um enfoque que abraça e se esforça em combinar e integrar as disciplinas artísticas, incluindo várias formas de teatro, narração, dança, música, vídeo, e multimídia.

Eugene Williams é Diretor da Jamaica School of Drama na Edna Manley College of the Visual and Performing Arts in Kingston, Jamaica. É diretor com mais de trinta anos de experiência em performance caribenha. (MFA, Brooklyn College e MA, em Estudos da Performance, NYU, U.S.A.)