Performances

mrc_2boys_tightrope_enc13_0074_570px Photo/Foto: Marlène Ramírez-Cancio

Tightrope/Cuerda Floja

Em Tightrope/Corda Bamba, 2boys.tv convocam as sombras, aparições e vozes dos desaparecidos, um convite para que todos nos participemos de um ato comunal de lembrança. Um coro de drag queens e performers de gênero queer locais funcionam como xamãs profanos, testemunhas e guias através do nosso memorial coletivo.

Biografia

Stephen Lawson e Aaron Pollard são 2boys.tv, uma dupla artística colaborativa e transdisciplinar. Juntos eles criaram e viajaram com um amplo repertório de trabalhos épicos de cabaré multimídia, performances, vídeos e instalações em clubes, galerias, teatros e festivais internacionais.

2boys.tv com Radwan Moumneh e Alexis O'Hara: Tightrope/Cuerda Floja

jp_alevine_slowfalls_enc13_0006_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Quedas Lentas

Quedas lentas é um trabalho para três bailarinos que marcam quedas cada vez mais lentas na parede externa de um prédio durante 100 minutos — a "queda" mais rápida durando 5 minutos, e a mais longa 50. Para completar as quedas, cada bailarino precisa fazer microajustes aos estímulos do ambiente, criando uma obra que é uma colaboração literal com as superfícies sobre as quais ela é dançada.

Biografia

Abigail Levine é uma artista de dança e performance radicada em Nova York. Ela trabalhou recentemente com Marina Abramović no MoMA de Nova York, com Carolee Schneemann e com a coreógrafa cubana Marianela Boán. A sua dança explora as possibilidades de novas interações entre corpos humanos e ambientes urbanos.

Abigail Levine: Quedas Lentas

at_asoares_descarrego_enc13_0001_570pxPhoto/Foto: Alexei Taylor

Descarrego

Criada a partir de vivências junto a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis/MG, a performance interativa busca provocar a reflexão sobre os pesos e levezas que carregamos conosco, a partir da ótica da religiosidade popular e da ancestralidade africana, evidenciando aspectos da árdua trajetória dos afro-brasileiros.

Biografia

Andrea Soares é artista cênica, diretora e educadora em artes. É graduada em Licenciatura em Artes Cênicas pela ECA/USP e mestranda no Programa Interunidades em Estética e História da Arte – PGEHA/USP. Pesquisa a cena “contemporâneo-brasileira”, concatenando aspectos das culturas tradicionais brasileiras à criação cênica contemporânea, a partir do corpo consciente.

Andrea Soares: Descarrego

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foto/photo: Leandro Nunes

Estética do desejo: 12 com Iza (2013)

Embora dependa de cada animal, um individuo desta espécie pode "transportar até 4 kg e viajar 7000 km sem descanso." Em situações ideais, este tipo de equinos de carga podem levar em media cerca de 30% do seu peso corporal. A superioridade desta espécie é evidente na sua força extra e sua audaciosa performance.

Biografia 

Carlos Monroy. 28 anos. 67 Kg. 1,70 cm. No negocio da arte. Amigável. Mentiroso. Trapaceiro. Chato. Interesseiro. Achado. Canastrão. Cara de Pau. Sem vergonha. Picareta. Safado. Espertinho. Folgado. Oportunista. Stripper frustrado. Basicamente um artista. Ele é ele e os outros.

Carlos Monroy & Iza Monteiro: Estética do desejo: 12 com Iza (2013)

jp_carmelita_lasmusas_enc13_0009_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

As Musas

Colagem cabaré por Alina Troyano, escritora e criadora da persona Carmelita Tropicana. Nos anos oitenta, Carmelita foi descrita com sendo uma "Carmen Miranda com frutas perigosas".  Las Musas analisa a criação de uma persona, e examina as ícones/iconoclastas Sor Juana, uma poeta/monja mexicana do século XVII, e Marlene Dietrich, uma atriz/cantora de cabaré nascida na Alemanha no século XX.

Biografia

Alina Troyano (Carmelita Tropicana) é uma perfomer, dramaturga e atriz nascida em Cuba cujo trabalho foi apresentado internacionalmente, desde o Museo del Barrio em Nova York até o Hebbel am Ulfer em Berlin. O seu livro, I, Carmelita Tropicana: Performing Between Cultures inclui peças, monólogos, trabalhos de performance e contos.

Carmelita Tropicana: As Musas

fp_mungunza_errado_enc13_0012_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

Luis Antonio - Gabriela

O documentário cênico Luis Antonio – Gabriela tem início no ano de 1953, com o nascimento de Luis Antonio, que passou infância, adolescência e parte da juventude em Santos até ir embora para Espanha. O espetáculo foi construído a partir dos depoimentos do ator e diretor Nelson Baskerville, de sua irmã Maria Cristina, de Doracy, sua madrasta e de Serginho, cabelereiro em Santos e amigo de Luis Antonio, e narra sua história até o ano de 2006, data de sua morte em Bilbao onde vivera até então como Gabriela.

Biografia

A Companhia Mungunzá de Teatro nasceu em São Paulo no ano de 2006 por meio da união de atores recém-formados, motivados a aprofundar as técnicas aprendidas na escola e assim, desenvolver um estudo detalhado do Teatro Épico de Brecht e de linguagens estabelecidas na contemporaneidade. Participou de diversos festivais pelo Brasil, acumulando 36 prêmios em diversas categorias.

Cia Mungunzá: Luis Antonio - Gabriela

fp_damargem_potestad_enc13_0021_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

Potestad (by Eduoardo Pavolvsky)

Podestad nasceu de uma pesquisa de pós doutorado que reuniu dois professores pesquisadores (um ator e um diretor) ao redor do tema de uma interpretação a partir de estados anímicos, e a questão das identidades políticas nos tempos do autoritarismo na Argentina. Buscamos provocar a memória em um país com pouca memória.

Biografia

Narciso Telles é diretor do Coletivo da Margem, professor do Programa de Pós Graduação em Artes da UFU, e pesquisador do CNPq.

Coletivo Teatro da Margem & ÁQIS: Potestad

at_desviocolectivo_cegos_enc13_0009_570pxPhoto/Foto: Alexei Taylor

Cegos

Dezenas de executivos, homens e mulheres, vestidos a rigor, portando maletas, bolsas, celulares e documentos, caminham lentamente cobertos de argila e de olhos vendados misturam-se aos pedestres desestabilizando o fluxo cotidiano do centro financeiro e político da cidade. A performance é realizada pelo Desvio Coletivo e Coletivo Pi, sediados em São Paulo. Cegos visa intervir poeticamente na cidade e provocar diferentes leituras.

Biografias

O Desvio Coletivo é uma rede de criadores em cena performativa que atua na zona de fronteira entre o teatro, a performance, a dança e as artes visuais e tecnológicas. O projeto visa a criação de espetáculos multimídias relacionais, instalações cênicas, intervenções artísticas em espaços específicos (site specifics), acontecimentos (hapennings), performances urbanas, ações na Internet e experimentos videográficos.

O Coletivo Pi é um grupo que trabalha com teatro e intervenção. O Pi é um símbolo ligado a circularidade, a qualquer simetria esférica. Elegemos o círculo como a forma mais democrática de distribuição de pessoas em um espaço. Todos possuem a mesma posição, todos podem se ver.

Desvio Coletivo & Coletivo Pi: Cegos

jp_gonzalorabanal_enc13_0014_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Um ser dito, para ser o nome

Trabalho que traça relações entre a palavra e a escrita, como ato violento, de um homem que não sabe ler e escrever. O seu relato dará conta dos seus desejos de aprender a letra falada. O filho escreve na figura do pai e o pai faz o mesmo, mas no corpo do filho, simultaneamente: "O corpo, do pai e do filho, como estigma do não saber".

Biografia

Gonzalo Rabanal estudou Comunicação Audio Visual no Instituto ARCOS, período durante o qual empreende a elaboração de um trabalho que se projeta do particular ao coletivo, abrindo lugar para uma multiplicidade expressiva. É reconhecido desde 1989 com uma bolsa da Fundación ANDES e no ano de 2010 com uma bolsa da Fundação FORD. Atualmente cursa o Mestrado em Artes Visuais da Pontificia Universidad Católica de Chile.

Gonzalo Rabanal: Um ser dito, para ser o nome

jp_jzits_transforming_enc13_005_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Transformar um terno

Esta performance contempla a materialidade, ao tempo em que confronta um símbolo de poder, o terno executivo. Cortando a roupa que eu estou vestindo não somente revela a habilidade, o cuidado e o tempo dedicado pelo alfaiate, mas também muda drasticamente como a minha autoridade e status são avaliados ao longo desse período de 4 dias de tecelagem.


Biografia

Johannes Zits, radicado em Toronto, trabalha com e combina colagem, fotografia, pintura e performance com o foco no corpo. O seu trabalho resalta as maneiras pelas quais as imagens da mídia de massa são disseminadas e consumidas.

Johannes Zits: Transformar um terno

fp_lmbogad_paperwork_enc13_0005_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

Papelada: Departamento de Sonhos, Esperanças e Medos

Um burocrata do Departamento de Sonhos, Esperanças e Medos processa e avalia os pedidos de pessoas de uma série de maneiras absurdas: censurando, anotando, escrevendo notas de rodapé, cortando, dobrando, amassando, torcendo, queimando, inalando a fumaça do documento queimado para avaliar seu cheiro...

Biografia

L. M. Bogad escreve, faz performance e trama estratégias com artistas perniciosos como Agit-Pop, Yes Men e La Pocha Nostra. É cofundador do Clandistine Insurgent Rebel Clown Army. Suas performances tratam de temas como a revolução egípcia, as revoltas do Haymarket Square, as atividades do COINTELPRO do FBI, o golpe de Pinochet no Chile e o caos do clima golbal.

L.M. Bogad: Papelada: Departamento de Sonhos, Esperanças e Medos

an_pocha_corpoinsurrecto_enc13_0007_570pxPhoto/Foto: Alexandre Nunis

Corpo Insurrecto: Psycho-Magic Actions for a World Gone Wrong

Performance de longa duração que cria um diálogo ao redor das possibilidades e modelos de colaborações artísticas e teóricas Norte/Sul contemporâneas. Nos basearemos nas nossas experiências passadas de colaborar com artistas e espaços brasileiros para trocar idéias, experimentar e desenvolver discussão e arte durante o Encuentro e compartilhar nossas descobertas com teóricos, artistas e outros participantes.

Biografia

Gómez-Peña’s La Pocha Nostra é uma organização artística interdisciplinar em constante expansão baseada em São Francisco, Califórnia, com ramificações nas Américas Central e do Sul, na Europa, na Ásia e no Pacífico Sul. Fundada em 1993 por Guillermo-Gómez-Peña, Roberto Sifuentes e Nola Mariano em Los Angeles, esse projeto abrange desde performances solo e em dupla até instalações de performance multisensoriais em grande escala envolvendo fotografia, vídeo, som e projeção.

La Pocha Nostra: Corpo Insurrecto

jp_bamuthi_spokenworld_enc13_0005_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

O mundo falado

O mundo falado é uma noite de performance com o United States Artists Rockefeller Fellow e ganhador do Alpert Award 2011 Marc Bamuthi Joseph. Através de um coreopoema, Joseph articula a história de virar homem nos Estados Unidos através das lentes do hip hop, viagens globais e da saúde ambiental urbana.

Biografia

Marc Bamuthi Joseph é uma das vozes mais vitais dos Estados Unidos na performance, arte-educação e curadoria artística. Joseph desenvolveu vários trabalhos baseados em poesia para o palco, incluindo Word Becomes Flesh e Scourge. Joseph já foi comentarista na NPR, e foi professor adjunto na Stanford University, Lehigh University, e University of Wisconsin.

Marc Bamuthi Joseph: O mundo falado

ln_mjcontreras_santiasco_enc13_0001_570px_NEWPhoto/Foto: Lori Novak

Santiasco: Enxerto de memórias urbanas

Diálogo performático entre fragmentos de relatos testemunhas de mulheres migrantes peruanas em Santiago e o corpo da performer para criar uma corporâmica da imigração em Santiago.

Biografia

María José Contreras Lorenzini é performer, doutora em Semiótica do Corpo e psicóloga. Ela se dedica à criação e investigação teórica em torno das possibilidades expressivas do corpor performativo. Ela faz parte de La Diferencia, coletivo que realiza uma série de performances em torno do Caso de Daniel Zamudio. É professora da Escola de Teatro da Universidad Católica.

María José Contreras Lorenzini: Santiasco

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Photo/Foto: Lorie Novak

Quanto mais eu danço (Peça de longa duração)

Vestido com uma sunga, Estévez incorpora Machete, um vedete masculino que dança noite após noite do Encuentro, e cuja ação maratônica propõe as seguintes perguntas: Quanto mais Machete dança, o quê? Quanto mais a América Latina dança, o quê? Quanto mais vemos a América Latina dançar, o quê? Petulância e humor colidem em uma peça de resistência que corre o risco de sucumbir à exaustão.

Biografia

Nicolás Dumit Estévez trabalha principalmente com performance arte e experiências em que a vida e a arte se sobrepõe. Ele já apresentou várias exposições e performances nos EUA e internacionalmente. Nascido em Santiago de los Treinta Caballeros, República Dominicana, Estévez vive e trabalha no South Bronx.

Nicolás Dumit Estévez: Quanto mais eu danço

mrc_nomedia_dystorpia_enc13_0003_570pxPhoto/Foto: Marlène Ramírez-Cancio

Projeto DystoRpia

Projeto DystoRpia é uma instalação de novas mídias criada com tecnologias cotidianas que serve como uma pequena plataforma de comunicação para performances. Este projeto de novas mídias toma a DystoRpia como um conceito que nos ajuda a investigar diferentes formas de integração nas Américas. Em colaboração com The Sandbox Project.

Biografias

No Media Collective é um grupo de artistas, curadores e pesquisadores de mídia dedicados a produzir e desenvolver projetos artísticos de mídia e novas mídias. É um coletivo multicultural e multidisciplinar.

Arlan Londono é um artista e curador radicado em Toronto. O seu trabalho artístico é focado em intervenções de espaço público e instalações site-specific.

No Media Collective: Projeto DystoRpia

jp_bartolomeu_orfeu_enc13_0073_270pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Orfeu Mestiço: Uma Hip-Hópera Brasileira

Orfeu Mestiço narra o retorno de um político ao seu passado atrelado à ditadura militar. Um telefonema sobre a exumação do corpo de sua companheira, Eurídice, coloca Orfeu em contato com um passado que por anos ele tentou esquecer. A partir deste conflito, o texto inspirado nos mitos órficos evoca no espaço cênico personagens de várias épocas que guiarão Orfeu em sua descida aos infernos.

Biografia

Núcleo Bartolomeu de Depoimentos desenvolve uma pesquisa de linguagem a partir da união do teatro épico com o hip-hop, resultando no Teatro Hip-Hop, um conceito pioneiro no Brasil que abre inúmeras possibilidades e campos de ação, dialogando com as tendências e a diversidade das manifestações urbanas.

Núcleo Bartolomeu: Orfeu Mestiço: Uma Hip-Hópera Brasileira

mrc_rjgalindo_piedra_enc13_0013_570pxPhoto/Foto: Marlène Ramìrez-Cancio

Pedra

Sobre o corpo das mulheres latino-americanas está inscrita a história da humanidade. Sobre seus corpos conquistados, marcados, escravizados, objetificados, explorados e torturados pode-se ler as nefastas histórias de luta e poder que formam nosso passado. Corpos frágeis somente na aparência. É o corpo da mulher que sobreviveu a conquista e a escravidão. Que como pedra guardou o ódio e o rancor em sua memória para transfromá-lo em energia e vida.

Biografia

Regina José Galindo é uma performer especializada em body art. Galindo já participou de exposições como as: Bienal de Venecia (49 e 51); II Bienal de Moscou; I Trienal Auckland; Venice-Istanbul; I Bienal de Arte y Arquictetura Islas Canarias; IV Bienal de Valencia; III Bienal de Albania, Tirana; II Bienal de Praga; III Bienal de Lima, Peru; I Festival Arte Corporal, Venezuela e  IX Festival de Performance ExTeresa, México D.F.

Regina José Galindo: Pedra

sandbox_enc13_570pxPhoto/Foto: Sandbox Project

Ativismo alem da interface: O Projeto Sandbox

Esta performance colaborativa faz parte do Projeto DystoRpia do No Media Collective. Entendemos esse trabalho como uma maneira de criar um espaço positivo, de respeito e seguro, onde ativistas e artistas podem apoiar uns aos outros nas suas perguntas e podem adaptar o modelo sandbox para suas próprias necessidades e circunstâncias no futuro. Este projeto faz parte de uma séries de laboratórios que acontecem em diferentes cidades.

Biografias

Roberta Buiani é uma ativista, curadora e pesquisadora de arte e ciência radicada em Toronto.

Alessandra Renzi é uma ativista de mídia e pesquisadora acadêmica na School of Information Studies da University of Wisconsin Milwaukee.

Roberta Buiani & Alessandra Renzi: O Projeto Sandbox

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Photo/Foto: Alexei Taylor

Des_Fios

Máquina de Costura que “escreve” com seu fio visível e invisível costuras de afeto. Uma cadeira que carrega presenças imagéticas. Um quadro-negro. Uma camisa. Preparação enquanto se espera uma (im)possível visita ao atêlie. Uma tomada de medidas e o estudo de uma camisa.

Biografia

Simone Mina é diretora de arte, cenógrafa e estilista. É integrante da cia.livre e da cia.ueinzz de teatro. Tem trânsito artístico livre com outras cias e artistas, e busca trabalhar no que determina ser o viés das coisas – um espaço de maior flexibilidade entre as artes. Participou como cenógrafa convidada da 9.a Quadrienal de Cenografia, Figurino e Arquitetura Cênica da Republica Tcheca em Praga em 2003, representando o Brasil com curadoria de J.C.Serroni.

Simone Mina: Des_Fios

fp_vertigem_bomretiro_enc13_0019_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

Bom Retiro 958 Metros

Com direção de Antônio Araújo, a peça busca utilizar o espaço urbano como campo de experimentação artística e, para tanto, propõe ao público uma caminhada cênica no bairro paulistano, participando de um trajeto urbano que inclui um centro de lojas, ruas, calçadas, cruzamentos, e um teatro já esquecido pela população da cidade. Um verdadeiro palco, um cenário para os personagens ambíguos e divagantes nas ruas do Bom Retiro.

Biografia

Antônio Araújo é diretor artístico do Teatro da Vertigem e professor do Departamento de Artes Cênicas na ECA-USP. Com o Teatro da Vertigem dirigiu O Paraíso Perdido; O Livro de Jó; Apocalipse 1,11; BR-3; Bom Retiro 958 metros, entre outras criações. Foi convidado para ministrar cursos relativos a site specific e performance urbana internacionalmente. Recebeu recentemente a Golden Medal  na categoria Best Realization of a Production para BR-3, na Quadrienal de Praga 2011.

Teatro da Vertigem: Bom Retiro 958 Metros

jp_thernandez_coraje_enc13_0033_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Coragem II

Peça cênica que explora o tema da violência urbana em um país sem guerra declarada, mas cujos cidadãos vivem submersos na paranóia que a indústria da segurança gera. Esta indústria cobre a memória reprimida de um país militarizado, envolvido em múltiplas guerras às custas de um mercado armamentista. A obra projeta esse olhar sobre a nossa violência nesse contexto global.

Biografia

Teresa Hernández é artista do palco. Vinte e cinco anos de pesquisa e prática a partir das fronteiras da dança, do teatro e da performance. Ela busca outras maneiras de fazer, narrar e estar em cena, partindo do estudo integral do corpo, do espaço e seu próprio texto. Sua temática gira em torno de identidades como terrenos movediços; a Arte e seus cânones estabelecidos; a violência e o poder com suas múltiplas faces e bifurcações.

Teresa Hernández: Coragem II

fp_desmontando_tralli_enc13_0078_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

A desmontagem de Antígona

Qual é o processo criativo de uma atriz para chegar ao espetáculo? Como se constrói a linguagem cênica para dar vida ao espetáculo? Como se dá o diálogo entre o diretor e a atriz na criação da montagem de "Antígona"? Essas perguntas, surgidas depois da criação do espetáculo, provocam essa demonstração.

Biografia

Teresa Ralli é membra fundadora do Grupo Cultural Yuyachkani, seu espaço fundamental de laboratório e criação. É atriz, diretora e professora. Pesquisa a Voz e o Corpo. Professora da Pontificia Universidad Católica del Perú, onde recebeu o título de Bacharel em Comunicação e Licenciada em Artes Cênicas por trajetória distinta.

 

Teresa Ralli: A desmontagem de Antígona

fp_mvmtparty_bsides_enc13_0079_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

B-Sides

Série de performances nas quais cada dança é impossível sem a participação do público. Inspirado pelo conceito de "lado b", paradoxicamente definido como "o lado menos importante do disco" em também uma "maneira de acrescentar valor" a um single pop, estas danças encorajam a escuta colaborativa através da participação ativa. Para começar, escolha um iPod e siga as instruções no chão. Você pode começar, parar ou trocar a qualquer momento.

Biografia

Zena Bibler e Katie Baer Schetlick são cofundadoras do The Movement Party, uma performance colaborativa aberta que procura estabelecer uma nova consciência de pessoa, lugar, coisa, tempo e sensação — de se mover nos nossos ambientes e considerar o movimento como um modo de experimentar novos. Convidamos você a se juntar a nós.

The Movement Party: B-Sides

at_oinois_onde_enc13_0001_570pxPhoto/Foto: Alexei Taylor

Onde? Ação nº 2

A performance Onde? Ação nº2 provoca de forma poética reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar.

Biografia

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é um grupo teatral que surgiu em 1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. As suas três principais vertentes são: o Teatro de Rua, nascido das manifestações políticas; o Teatro de Vivência, no sentido de experiência partilhada; e o trabalho artístico pedagógico. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica, a Terreira da Tribo, que funciona como Escola de Teatro Popular.

Tribo de Atuadores Ói Nois Aqui Traveiz: Onde? Ação nº 2

12jp_violeta_requiem_enc13_0013_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Réquiem para uma terra perdida

Réquiem é uma intervenção performativa no estilo de um ritual, para recordar os assassinatos cometidos durante a iniciativa da "guerra às drogas" do governo central do México. Réquiem é uma tentativa, a partir do espaço da performance arte, de abrir com o bisturi de um médico legista o discurso de morte transmitido pelos detentores do poder sob o pretexto de "segurança nacional".

Biografia

Violeta Luna é uma performer e ativista cujo trabalho explora as relações entre o teatro, a performance arte e o compromisso comunitário, usando seu corpo como um território para questionar e comentar sobre fenômenos sociais e políticos. Luna se formou em Interpretação pelo Centro Universitario de Teatro da UNAM e La Casa del Teatro. Atualmente é artista associada dos coletivos de performance La Pocha Nostra e Secos & Molhados.

Violeta Luna: Réquiem para uma terra perdida

wstorolli_estacao_enc13_004_570pxPhoto/Foto: Wânia Storolli

Vozes em trânsito: fragmentos e simultaneidades

Nessa performance, vozes, geradoras de espaços, identidades e interações, são também percebidas como parte de uma paisagem sonora contemporânea, que se caracteriza pela fragmentação e pela crescente interpenetração das esferas pública e privada. A performance conta com a participação do grupo L.I.V.E. (Laboratório de Improvisação Vocal e Experimentação da ECA-USP) e integrantes do workshop Vozes em trânsito: fragmentos e simultaneidades, oferecido durante o Encuentro
.

Biografia

Wânia Storolli formou-se em música em 1985 pela Universidade de São Paulo, aperfeiçoando seus estudos na Alemanha. Em Berlim estudou com Zygmunt Molik (membro do Teatro-Laboratório de Grotowsky). Desde 1992 realiza workshops em diversos centros culturais, tais como SESC e Centro Cultural São Paulo, assim como em congressos internacionais como o PERFORMA’07 na Universidade de Aveiro, Portugal.

Wânia Storolli: Vozes em trânsito: fragmentos e simultaneidades

ct_wmcadams_bountiful_enc13_0004_570pxPhoto/Foto: Carlton TUrner

Abundante

Abundante é a terceira parte do Black Dirt Cycle, uma série de obras com raízes locais sobre a terra, imigração e o tempo, criada em parceria com trabalhadores rurais, fazendeiros e artistas da região Black Dirt do Estado de Nova York. Originalmente criada para ser apresentada em feiras, a série já foi vista em várias cidades dos EUA e em San Francisco Tetlanohcan, México.

Biografia

Will MacAdams é um diretor e dramaturgo de comunidade que já trabalhou na África do Sul, na Indonésia e em cidades e comunidades rurais ao redor dos EUA. O seu trabalho foi moldado por bailarinos, ativistas, jovens, atores, futuros policiais, trabalhadores rurais, artistas de teatro e muitos outros.

Will MacAdams: Abundante

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