Mesas Redondas

Discussões em mesa redonda permitem que acadêmicos, artistas e ativistas políticos juntem-se no engajamento de diversos diálogos a respeito de temas relevantes para si e outros participantes no Encontro.

ln_roundtable_streets_enc13_0001_570pxPhoto/Foto: Lorie Novak

Jacques Servin: Novas fronteiras do humor e da revolução
Jade Percassi:
Cultura e comunicação na disputa por uma nova sociedade
Juan Marco Vaggione:
Sexualidade e Direito na Argentina: Avanços e desafios
Julieta Paredes:
O vermelho de viver bem, Suma Qhamaña
Víctor Hugo Robles:
Educação sexual gratuita!

Moderador: Nick Mirzoeff

 
Biografias

Jacques Servin (Andy Bichlbaum) é cofundador dos Yes Men, um grupo que realizou numerosas e impactantes intervenções midiáticas para chamar a atenção para injustiças ecológicas, econômicas e sociais, e para os problemas sistemáticos que as originaram. É professor na New York University, e no Instituto Hemisférico coordena o Yes Lab, um laboratório que fornece apoio a estudantes e pessoas interessadas para realizarem intervenções midiáticas.

Juan Marco Vaggione é pesquisador do Conselho Nacional Argentino de Ciência e Tecnologia (CONICET) e professor da Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidad Nacional de Córdoba, Argentina. Tem formação em direito (doutorado pela Universidad Nacional de Córdoba) e sociologia (PhD, New School for Social Research). Entre seus interesses se destacam: religião, política e sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos.

Julieta Paredes Carvajal (Bolivia) é uma feminista comunitária aymara lésbica. É membra fundadora de Mujeres Creando, Mujeres Creando Comunidad e a Assembléia de Feminismo Comunitário. É escritora, cantora e poeta antipatriarcal.

Víctor Hugo Robles é um jornalista, ativista homossexual, performer de rua e apóstota conhecido como "El Che de los Gays". O seu trabalho é o tema do documentário "El Che de los Gays", vencedor do prêmio júri popular no Festival Internacional de Cinema Gay/Lésbico/Trans de Bilbao 2005. Em 2010 iniciou uma campanha pela apostasia, renunciando publicamente o seu batismo católico e transformando-se assim no primeiro apóstata legalmente reconhecido na história do Chile.

Nas ruas: Movimentos sociais contemporâneos nas Américas Mesa Redonda

jp_130116conference_enc13_0001_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Formato do Long Table originalmente creado por Lois Weaver.

Biografia

Lois Weaver é artista independente de performance, diretora e ativista. Atualmente faz palestras sobre a performance contemporânea na Queen Mary University, Londres. Lorena Cañuqueo / Campaña de Autaofirmación Mapuche Wefkvletuyiñ.

Long Table: Performance, paixões e ação política

mrc_roundtable_performanceart_enc13_0002_570pxPhoto/Foto: Marlène Ramírez-Cancio

Expositores: Gonzalo Rabanal, María José Contreras, Nao Bustamante, Nicolás Dumit Estévez

Moderador: Antonio Prieto Stambaugh

Biografias

Gonzalo Rabanal estudou Comunicação Audio Visual no Instituto ARCOS, período durante o qual empreende a elaboração de um trabalho que se projeta do particular ao coletivo, abrindo lugar para uma multiplicidade expressiva. É reconhecido desde 1989 com uma bolsa da Fundación ANDES e no ano de 2010 com uma bolsa da Fundação FORD. Atualmente cursa o Mestrado em Artes Visuais da Pontificia Universidad Católica de Chile.

María José Contreras Lorenzini é performer, doutora em Semiótica do Corpo e psicóloga. Ela se dedica à criação e investigação teórica em torno das possibilidades expressivas do corpor performativo. Ela faz parte de La Diferencia, coletivo que realiza uma série de performances em torno do Caso de Daniel Zamudio. É professora da Escola de Teatro da Universidad Católica.

Nao Bustamante é uma artista conhecida e querida internacionalmente, originalmente da California. Ela hoje mora no norte do estado de Nova York, onde leciona e passeia de canoa com seu poodle, Fufu. O trabalho de Bustamante, muitas vezes precário e radicalmente vulnerável, inclui a performance arte, vídeo-instalações, artes visuais, cinema e a escrita. Atualmente Bustamante é professora de Novas Mídia e Live Art no Rensselaer Polythechnic Institute.

Nicolás Dumit Estévez trabalha principalmente com performance arte e experiências em que a vida e a arte se sobrepõe. Ele já apresentou várias exposições e performances nos EUA e internacionalmente. Nascido em Santiago de los Treinta Caballeros, República Dominicana, Estévez vive e trabalha no South Bronx.

Artistas da Performance mesa redonda

fp_roundtable_knowledges_enc13_0039_570pxPhoto/Foto: Fran Pollitt

Christine Greiner: A prática da performance como ação cognitiva
Jack Halberstam:
A performance da anarquia
Leda Martins: 
E se...?
Susan Leigh Foster:
A performance da autenticidade e o labor da dança

Moderador: Lillian Manzor

Biografias

Christine Greiner é professora no Departamento de Linguagens do Corpo, Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicacão e Semiótica e no Curso de Graduação em Comunicação e Artes do Corpo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil. É autora dos livros “Butô, pensamento em evolução” (Escrituras, 1998), “Teatro Nô e o Ocidente” (Annablume, 2000), “O Corpo, pistas para estudos indisciplinares” (Annablume, 2005), “O Corpo em Crise” (Annablume, 2010) e diversos artigos.

Jack Halberstam é professor de literatura comparada, estudos americanos e etnicidade e estudos de gênero na University of Southern California. É autor de cinco livros: Skin Shows: Gothic Horror and the Technology of Monsters (1995), Female Masculinity (1998), In A Queer Time and Place (2005), The Queer Art of Failure (2011), e mais recentemente Gaga Feminism: Sex, Gender, and the End of Normal (2012).

Leda Martins é poeta, dramaturga e ensaista. Professora associada da Universidade Federal de Minas Gerais. Atua nas áreas de Estudos Literários e de Artes Cênicas, com ênfase em teatro, dramaturgia, performance e nas interlocuções entre a literatura e outros sistemas semióticos, dentre eles o teatro, a dança, a música e as performances rituais.

Susan Leigh Foster, coreógrafa e pesquisadora, é Distinguished Professor no Departamento de World Arts and Cultures/Dance da UCLA. Suas linhas de pesquisa incluem a história e a teoria da dança, análise coreográfica e corporealidade. É autora de Reading Dancing: Bodies and Subjects in Contemporary American Dance (1986), Dances that Describe Themselves: The Improvised Choreography of Richard Bull (2002) e Choreographing Empathy: Kinesthesia in Performance (2011).

A performance de novos conhecimentos

jp_roundtable_enc13_urbint_0001_570pxPhoto/Foto: Julio Pantoja

Expositores: Álvaro Villalobos, Bel Borba, Diana Collazos, Nadia Granados, Tania Alice

Moderador: Marlène Ramírez-Cancio

Biografias

Álvaro Villalobos (Colômbia/México) é Mestre em Artes Visuais pela UNAM do México e pela Faculdade de Artes ASAB de Bogotá. Sua obra está vinculada aos problemas sociais e políticos e é formada por performances, vídeos, instalações e fotografias. Atualmente é professor da UNAM e da UAEMéx no México.

Bel Borba, conhecido como "O Picasso do povo", tem espalhado a sua arte pela paisagem urbana de 500 anos durante os últimos trinta e cinco. Em 2012, participou do Crossing the Line Festival de Nova York, patrocinado pelo French Institute/Alliance Française e pelo Instituto Hemisférico, para o qual cirou Diário — em colaboração com Burt Sun e André Costantini.

Diana/Daf/Collazos é uma artista multidisciplinar e gestora cultural independente. O seu trabalho está centrado na performance, na internvenção urbana, no vídeo e na instalação. É fundadora e gestora da elgalpon.espacio Asociación Cultural, espaço de criação e difusão de projetos artísticos multidisciplinares.

Nadia Michelle Granados, La Fulminante, é uma artista colombiana interessada nas artes do espaço, do movimento e do corpo, como o vídeo, a pornografia, a mágica, a instalação e a performance. A sua obra se caracteriza pela resignificação de conteúdos extraídos das mídias de massa, misturados a temas relacionados à luta antiglobalização.

O Coletivo de Performance Heróis do Cotidiano, em atividade há mais de três anos nas ruas do Rio de Janeiro, realiza uma pesquisa cênico-performática acerca do herói, do sacrifício e da pobreza na Contemporaneidade. O Coletivo pensa o uso da cidade de maneira poética, mais do que funcional. Vestidos de super-heróis, os performers do Coletivo, com direção artística de Gilson Motta e Tania Alice, realizam intervenções urbanas que fundem teatro, artes plásticas, dança e ativismo político.

Intervenções Urbanas Mesas Redonda