quinta-feira, 02 maio 2019 14:06

Victoria Polti: Ruídos

Ruídos

A performance é baseada no uso de interfaces e registros sonoros com intervenções acústicas em tempo real. A partir da pesquisa tímbrica e das sonoridades corporais como território perceptivo, busca-se interpelar a escuta como som encarnado e brincar com as fronteiras entre o que se vê e escuta em contraponto com registros discursivos.

Biograpfia

Victoria Polti é música, performer e antropóloga. Dedica-se à composição e à interpretação musical, à docência e à investigação musical, etnomusicologia, e à antropologia do som e do corpo. Integra a Equipo de Antropología del cuerpo (Equipe de antropologia do corpo), a Red Latinoamericana de Antropología de y desde los Cuerpos (Rede latino-americana de antropologia dos corpos e a partir dos corpos) e a Asociación Internacional para el Estudio de la Música Popular (Associação internacional para o estudo da música popular) (IASPM).

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terça-feira, 30 abril 2019 17:20

Violeta Luna: REQUIEM no 3: corpo vala

REQUIEM no 3: corpo vala

Corpo sepultura é uma ação poética que visa resgatar a memória e recuperar a humanidade dos que foram enterrados em valas comuns no México. Num espaço criativo público e inclusivo, o trabalho questiona e revela a impunidade de uma máquina institucional concebida para impedir o direito de acessar a verdade, a justiça e o luto.

Créditos:
Concepção e performance: Violeta Luna
Textos: Roberto Varea
Música: David Molina

Biograpfia

O trabalho de Violeta Luna explora a relação entre teatro, performance e compromisso social. Luna usa seu corpo como um território de problematização, questionamento e comentário de fenômenos sociais e políticos. Formada em Teatro pela UNAM, Luna apresenta o seu trabalho e realiza oficinas pelo mundo todo.

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terça-feira, 30 abril 2019 17:10

Lechedevirgen: México exumado

México exumado

Usando o humor como uma ferramenta para a denúncia política, esta performance desenterra alguns dos momentos mais absurdos, extravagantes, cruéis e indignantes do país que criou o “Chupacabras” e o sequestro-relâmpago. Uma passagem de ida ao país mais surrealista do mundo, onde a distopia mistura-se com a realidade.

Biografia

Felipe Osornio, conhecido como Lechedevirgen Trimegisto (Querétaro, México, 1991), é um artista visual e performer com uma obra multidimensional focada na dissidência sexual, na violência, na doença e na morte. Ele toma seu nome artístico da alquimia e compara a arte à magia, dadas as suas propriedades transformadoras.

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sexta-feira, 26 abril 2019 18:14

The Illuminator: Detonador de fronteiras

Detonador de fronteiras

Espaço: CCD (Centro de Cultural Digital), Área polivalente
Abertura de exposição: terça-feira, 11 de junho, 18 h - 20 h

De 11 a 15 de junho de 2019

Detonador de fronteiras é um jogo interativo que aproveita a colaboração e o jogo para romper barreiras, dentro de nós e entre as nossas comunidades. Projetado no exterior, convida as pessoas a passarem tempo juntos e construírem conexões, enquanto explodem paredes.

*Esta peça inclui uma performance a ser realizada no dia 14 de junho.

Biograpfia

The Illuminator é um coletivo artístico-ativista composto por artistas visuais, educadores, cineastas e tecnólogos que vivem e trabalham na cidade de Nova Iorque. O coletivo já realizou centenas de intervenções de projeção em espaços públicos, transformando a rua de um lugar de consumo passivo e transitório a um espaço de compromisso, conflito e diálogo. @the.illuminator

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sexta-feira, 26 abril 2019 18:13

Arte ação no México. Registros e resíduos

Foto: Museo Universitario Arte Contemporáneo

Arte-Ação no México: Registros e Resíduos

Espaço: MUAC (Museo Universitario de Arte Contemporáneo)
Quarta, sexta e domingo, das 10 às 18 horas
Quinta e sábado, das 10 às 20 horas

De 2 de fevereiro a 21 de julho de 2019

*MXN $20.00 com credencial

Arte-Ação no México: Registros e Resíduos estuda o trânsito desta prática artística no México, de 1970 a 2014, a partir dos acervos do Centro de Documentación Arkheia. Composta por diversos materiais como registros fotográficos e de imagem em movimento, objetos e adereços, esboços, roteiros, notas hemerográficas e convites, a exposição propõe alguns itinerários para esboçar um possível relato sobre esta prática artística, também conhecida como performance.

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Um espaço para se pensar sobre a performance e a arte-ação no México, de uma perspectiva contemporânea, observando a sua história recente, analisando — comparativamente ou não — o estado atual das encenações e as estratégias criativas, a fim de vislumbrar desafios e problemáticas, tanto discursivas quanto institucionais.

Biografias

Hortensia Ramírez estudou filosofia na faculdade de Filosofia da UNAM e pintura na Escuela de Pintura, Escultura y Grabado la ESMERALDA, sendo esta última a sua formação concluída. Tem dedicado o seu trabalho profissional à performance, desde a sua execução, promoção e organização. Já participou como artista convidada do Nippon International Performance Art Festival, Metropolitan Art, na cidade de Tóquio, e do Performance et télé Interactive Le Lieu, Centre Art Actuel, em Quebec, Canadá, dentre outros festivais internacionais de performance.

Desde 1984, Elia Espinosa é pesquisadora permanente do Instituto de Investigações Estéticas da UNAM. Faz parte do Sistema Nacional de Investigadores. Suas áreas de pesquisa nessa entidade universitária são as artes plásticas e visuais nos séculos XX e XXI, com especial interesse nas artes não-concretas (performance, instalação, arte corporal); as relações entre a poesia e a pintura; a natureza da percepção no artista e em seu público; e a imagem em relação ao potencial da corporalidade.

Roberto de la Torre é artista visual, vive e trabalha na Cidade do México. Estudou artes visuais na ENPEG La Esmeralda, localizada no Centro Nacional de las Artes, e atualmente é também docente nesta escola. Já participou de diversos festivais de arte nacionais e internacionais, sua obra já foi apresentada em dezoito países ao redor do mundo, em regiões como América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Foi cofundador do grupo experimental de arte 19 concreto (1990-1995).

Pilar Villela é artista, ensaísta, gestora e tradutora. Já publicou diversos ensaios e expôs sua obra, individual e coletivamente, no México e no estrangeiro. É também escritora e já trabalhou como docente, tradutora e gestora. Tem colaborado com várias instituições, organizando atividades que misturam a exibição de obras de arte com apresentações de cunho acadêmico. Atualmente, é membra do Sistema Nacional de Criadores do FONCA.

Sol Henaro (Apresentador) foi cocuradora do MUCA Roma de 2000 a 2003 e, em 2004, fundou a Celda Contemporánea, projeto que dirigiu até 2006. Já foi curadora de dezenas de exposições, dentre as quais destaca-se No-Grupo: Un zangoloteo al corsé artístico (Museo de Arte Moderno, 2010). De 2011 a meados de 2015, ocupou o cargo de Curadora do Acervo Artístico do Museo Universitario Arte Contemporáneo, onde ocupa, desde 2015, o cargo de Curadora de Acervo Documental. É responsável pelo Centro de Documentación Arkheia.

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sexta-feira, 26 abril 2019 18:11

O mundo do avesso: ruptura, inversão e jogo

Este painel busca examinar como os sujeitos individuais e coletivos surgem nas Américas, por meio de uma variedade de práticas discursivas e incorporadas que criativamente reviram normas, convenções e poder.

Biografias

Melissa M. Wilcox é professora e ocupa a cátedra Holstein Family and Community de Religião na University of California, Riverside, EUA. Ela publicou recentemente um livro sobre as Irmãs da Perpétua Indulgência: Queer Nuns: Religion, Activism, and Serious Parody (Freiras queer: religião, ativismo e paródia séria) (NYU, 2018) e está começando a trabalhar em dois novos projetos, um sobre a espiritualidade do couro e outro sobre o entrelaçamento dos estudos religiosos com a teoria queer.

Luis Rincón Alba é um artista e acadêmico colombiano. Atualmente, é doutorando no Departamento de Estudos da Performance, além de ser professor adjunto no Departamento de Arte e Política Pública da New York University. Seus interesses artísticos e acadêmicos concentram-se na emergência do político e do festivo nas estéticas do Caribe e da América Latina.

Leticia Alvarado é professora adjunta no Departamento de Estudos Americanos da Brown University. A sua pesquisa interdisciplinar situa-se no nexo da cultura visual latina/o/x e dos estudos do gênero e da sexualidade. Ela é a autora de Abject Performances: Aesthetic Strategies in Latino Cultural Production (Performances abjetas: estratégias estéticas na produção cultural latina) (Duke University Press, 2018).

Joshua Chambers-Letson é professor associado de Estudos da Performance na Northwestern University. Ele é o autor de After the Party: A Manifesto for Queer of Color Life (Depois da festa: um manifesto pela vida dxs queer de cor) (NYU Press, 2018) e A Race So Different: Law and Performance in Asian America (de Uma corrida tão diferente: a lei e a performance na América asiática) (NYU Press, 2013). Ele está atualmente trabalhando com Tavia Nyong’o para preparar a obra The Sense of Brown, de José Esteban Muñoz, para publicação pela Duke University Press.

Sue Ellen Case (Moderadora) é uma Professora Pesquisadora Distinguida na Escola de Teatro, Cinema e Novas Mídias da UCLA. Seus diversos livros e artigos, que já foram publicados em vários idiomas, enfocam a performance e a política feminista e lésbica. Ela já lecionou e palestrou em instituições acadêmicas nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. Ela integrou o conselho de diretores do Hemi por muitos anos, tendo encontrado acadêmicos e performers de todo o Hemisfério. Apesar de esses encontros terem mudado o seu pensamento e a sua vida, ela lamenta profundamente ainda não ter aprendido espanhol.

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sexta-feira, 26 abril 2019 18:10

As vidas políticas do humor

Este painel vai explorar a função política que o humor desempenha ou pode desempenhar nos diferentes contextos políticos e culturais, analisando tanto o riso dos poderosos quanto o modo como isso é utilizado para virar o seu mundo ao avesso.

Biografias

Stephen Duncombe é professor de Mídia e Cultura na New York University e autor e editor de seis livros na interseção da cultura com a política. Duncombe, um ativista político de longa data, atualmente é cofundador e codiretor do Center for Artistic Activism, uma organização de pesquisa e treinamento que ajuda os ativistas a criarem mais como artistas e os artistas a traçarem estratégias mais como ativistas.

Danielle Roper é a Professora Adjunta ‘Neubauer Family’ no Departamento de Línguas Românicas da University of Chicago. Concluiu um Ph.D. no Departamento de Espanhol e Português da New York University em 2015. O título da sua tese foi Inca Drag Queens and Hemispheric Blackface: Contemporary Blackface and Drag performance from the Andes to Jamaica (Drag queens incas e o blackface hemisférico: a performance blackface e drag contemporânea, dos Andes à Jamaica). Atualmente, está escrevendo o seu primeiro livro: Hemispheric Blackface: Impersonation and Multiculturalism in the Americas (Blackface hemisférico: personificação e multiculturalismo nas Américas).

Miroslava Salcido (1970), membra fundadora do grupo de performance SEMEFO, é doutora em Filosofia pela UNAM. Atualmente, é pesquisadora titular em tempo integral no Centro de Investigación Teatral Rodolfo Usigli, CITRU e coordenadora da linha de pesquisa Liminaridade e espaços performativos, no Mestrado em Pesquisa Teatral. É autora do livro Performance. Rumo a uma filosofia da corporalidade e ao pensamento subversivo, CITRU/INBA, 2017.

Larry Bogad é autor, performer e professor na UC Davis. Suas publicações incluem: Tactical Performance; Electoral Guerrilla Theatre (Performance tática; teatro de guerrilha eleitoral) (Routledge) e COINTELSHOW (PM Press). Suas performances incluem: ECONOMUSIC, ORWELL’S WAR, POSSIBLE PASTS: SANTIAGO 9/11, HAYMARKET, EXIT 11 e A FAIR FIGHT.

Diana Taylor (Moderadora) é professora de Estudos da Performance e de Espanhol na New York University. Ela é uma autora premiada de diversos livros, dentre eles: Theatre of Crisis (1991) [Teatro da crise], Disappearing Acts (1997) [Desaparecimentos], The Archive and the Repertoire (2003) [O arquivo e o repertório] e Performance (2016). Seu novo livro, ¡Presente! The Politics of Presence [Presente! A política da presença] será lançado em breve pela Duke University Press. Taylor é diretora do Instituto Hemisférico de Performance e Política, o qual ela ajudou a fundar em 1998. Em 2017, Taylor foi presidente da Modern Language Association e foi recentemente eleita para a American Academy of Arts and Sciences. Em 2018, foi admitida na American Academy of Arts and Science.

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Esta mesa redonda tem como objetivo discutir o papel do som nos processos de subversão, transgressão e marginalização social em diversos níveis. Em outras palavras, busca-se problematizar a relação entre os sons abjetos, subversivos e transgressores e os espaços sociais onde eles são produzidos e ouvidos, onde eles ecoam. Desde o grito do excluído até o silenciamento daquele que sai das margens da palavra legitimada, são muitos os problemas aos quais o conceito de sono(dis)topia pode referir-se. Tendo o ruído como um conceito chave para denotar as sonoridades estigmatizadas como “não relevantes”, esta mesa redonda propõe pôr de ponta cabeça as taxonomias colonialistas do audível, para escutar o que os “maus sons” têm a dizer sobre as estridentes complexidades do nosso mundo.

Biografias

Alexandra T. Vazquez é professora adjunta no Departamento de Estudos da Performance da New York University. Seus interesses pedagógicos e de pesquisa enfocam a música, os estudos latinos e latino-americanos nos E.U.A., a estética e a crítica caribenha, raça e etnia e a teoria feminista. O seu livro, Listening in Detail: Performances of Cuban Music (Ouvindo detalhadamente: performances de música cubana) (Duke University Press, 2013), ganhou o prêmio literário Lora Romero, da American Studies Association em 2014.

Fabiano Kueva é artista e curador, com projetos realizados em museus, espaços públicos e contextos comunitários. Tem vários discos, livros e artigos publicados. Ganhou o prêmio Radiodrama na 3a Bienal Latino-Americana de Rádio (México, 2000); o prêmio Paris na 9a Bienal Internacional de Cuenca (Equador, 2007); e o prêmio Nuevo Mariano Aguilera (Equador, 2015). Participou da Bienal de Havana (Cuba, 2009); da Bienal de Montevidéu (Uruguai, 2014); e da Bienal de Veneza (Itália, 2015). Foi agraciado com o Prince Claus Fund Grant em 2010. Kueva vive e trabalha no Equador.

Susana Gonzalez Aktories é Doutora em Filologia Hispânica pela Universidad Complutense de Madrid, Aktories é professora-pesquisadora da Faculdade de Filosofia e Letras da UNAM. Em sua faceta performativa, cabe mencionar seus estudos de música na SACM e sua participação no coro da Universität Hamburg. Já realizou, junto com o Laboratório de Literaturas Estendidas e Outras Materialidades (LLEOM), ativações e intervenções performáticas no MUAC (2014) e no Museo Universitario del Chopo (2015). É fundadora do conjunto vocal-experimental Bocabilidades (2018).

Susan Campos Fonseca é musicóloga e compositora, especialista em filosofia da cultura e tecnologia, estudos feministas descoloniais da arte eletrônica e da criação sonora. Tem diversos trabalhos publicados em prestigiosas revistas internacionais, vários livros coletivos e diversos reconhecimentos internacionais. É artista do selo discográfico novaiorquino Irreverence Group Music, professora da Escuela de Artes Musicales, coordenadora do Archivo Histórico Musical e pesquisadora do Instituto de Investigaciones en Artes – IIArte da Universidad de Costa Rica.

Jorge David García (Moderador) é um compositor e musicólogo mexicano e professor em tempo integral da Faculdade de Música da UNAM. Dentre os temas específicos sobre os quais gira atualmente o seu trabalho de pesquisa destacam-se a dimensão epistemológica da escuta, a relação entre a música e a política e a relação da arte com as novas tecnologias e com os movimentos sociais derivados do software livre e da internet. Mantém ainda uma frequente atividade como compositor e, como tal, já colaborou em diversos projetos de teatro, dança e cinema. Além disso, faz parte de diversos coletivos de pesquisa e improvisação sonora, dentre os quais destacam-se a Red de Estudios sobre Sonido y Escucha e o coletivo Armstrong Liberado.

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Práticas de liberação na era da deportação massiva

Que pessoas e instituições se beneficiam com a detenção, deportação, perseguição dxs companheirxs migrantes? Que tipo de normatividades se reproduzem nos paradigmas carcerários da era da deportação massiva? Que fronteiras econômicas, raciais, sexuais e de gênero, especistas, são produzidas e reproduzidas com o endurecimento das fronteiras nacionais? Que tipos de práticas, alianças e diálogos podemos estabelecer para eliminar a criminalização e a perseguição dxs migrantes? O que pode significar a liberação num mundo confinado pelas relações exploratórias e racistas do capital? Que diálogos podem ser estabelecidos entre diversas práticas de santuários e comitês de defesa dxs imigrantes, organizações de direitos dxs migrantes, a pesquisa ativista, a educação popular e a performance?

Venha à aula-debate Práticas de liberação na era da deportação massiva, onde discutiremos estes e outros questionamentos, criaremos redes e idealizaremos planos de trabalho para potencializar nossas capacidades coletivas de liberação.

Biograpfias

María Josefina Saldaña-Portilloé professora do Departamento de Análise Sociocultural e do Centro de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos da NYU. Seu próximo livro, NAFTA, Narcos, and Migration: How Free Trade Brought Us the Drug Economy and Its Refugees, investiga as múltiplas conexões entre o livre comércio, a migração e o tráfico de drogas que floresceu após o Acordo de Livre Comércio da América do Norte, em 1994. Saldaña-Portillo também é presidente da Coalición Mexicana, uma organização de direitos dos imigrantes da cidade de Nova Iorque, bem como testemunha voluntária e perita de agências internacionais de ajuda à imigração.

Pablo Domínguez Galbraithé doutorando no Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Princeton. Atualmente trabalha na tese Migrating Violence, Migrating Justice: Politics and Aesthetics of Central American Migration in the 21st Century. Seu trabalho enfatiza o surgimento de redes transnacionais de atenção aos migrantes, formas de resistência e lutas pelos direitos humanos e pela dignidade humana. Estuda ainda a estética e a política forenses, a justiça transicional e transnacional, a produção cultural não-documental e documental, assim como análises críticas sobre vigilância, soberania, cidadania, kinopolítica e formas contemporâneas de violência. É um dos fundadores da iniciativa Ecologies of Migrant Care.

César Barros A.é educador e ativista. Trabalha na New Sanctuary Coalition, em Nova Iorque, onde faz parte do programa de Educação Popular, concentrando seu ativismo na investigação das relações entre a criminalização da imigração e o grande capital. É também professor associado no Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da SUNY New Paltz e diretor do Programa de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos da mesma universidade. É autor do livro Escenas y obscenas del consumo (Cuarto Propio, 2013).

Ángeles Donoso Macayaé uma educadora imigrante, pesquisadora e organizadora de Santiago do Chile que vive e trabalha em Nova Iorque. Ángeles também é professora associada do Community College Borough of Manhattan / CUNY e ensina História Descolonial da Fotografia Latino-Americana no Graduate Center da CUNY. Seus interesses de pesquisa e ensino incluem teoria e a história da fotografia latino-americana e americana, produção de contra-arquivos, ativismo pelos direitos humanos e documentário. Seu livro Documentary Matter(s): Photography and Resistance in Chile under the Military Dictatorship será publicado pela University of Florida Press no outono de 2019.

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