sexta-feira, 26 abril 2019 18:02

03 Clínica de Arte e Ação Direta

Descrição:

O grupo de trabalho criará uma obra coletiva com base na visão estética do movimento Fluxus (a sonoridade como intervenção urbana) a partir do contexto sócio-político da cidade do México e com uma postura anti-neocolonial. As problemáticas que os povos latino-americanos sofrem hoje em dia são comuns e resultam de uma nova versão do colonialismo e de uma sistemática violação dos direitos humanos. A intervenção urbana reunirá corpos que se encontram, que dialogam e coletivamente reclamam um espaço público.

Objetivo geral: Criar coletivamente uma obra de intervenção urbana como estratégia de ocupação e reivindicação político-estética a partir de questões emergentes das sensibilidades do grupo.

Objetivos específicos:

  • Discutir em grupo os problemas que nos afetam
  • Projetar a intervenção com base num consenso coletivo
  • Estudar o local da intervenção
  • Pôr em prática a intervenção urbana

Formato ou estrutura:

Como fundamento teórico para a nossa intervenção urbana, desenvolveremos um trabalho de pesquisa sobre o movimento Fluxus e a suas poética, bem como outrxs autorxs como Judith Butler. Trabalharemos durante o Encuentro em sessões coletivas de quatro horas diárias, explorando uma série de modelos e mecanismos de criação que vão do silêncio ao sonoro e compartilhando as experiências estéticas, políticas e de ativismo social dxs participantes do grupo.

Tendo estas experiências afetivas e sensoriais como diretivas para o nosso processo, e levando em conta o contexto social, político e cultural da Cidade do México, criaremos coletivamente uma intervenção a ser (des)locada no espaço urbano, um espaço de ocupação político-estética.

Idiomas que xs organizadorxs do grupo falam/entendem:

Inglês e espanhol.

Coordenadorxs:

Jorge Hernández Esguep é um artista visual e professor de Artes Visuais na Universidad Metropolitana de Ciencias de la Educación, no Chile. Tem um doutorado em Humanidades pela Universidad Carlos III, Madri e um mestrado em Artes Visuais pela Universidad de Chile. Sua pesquisa enfoca o campo da performance, fluxus, arte/ação e intervenção urbana. Recebeu uma bolsa de estudos concedida pelo Ministério da Educação do Chile para realizar estudos sobre "O Desenvolvimento da Educação Artística" na University College St. Mark & St. John, Devon, Inglaterra. Desde a década de oitenta, Hernández tem produzido intervenções urbanas e exposições individuais e coletivas no campo das artes visuais. Entre as mais recentes, estão: “Perder la forma humana: Una imagen sísmica de los años ochenta en América Latina”,  Museo Nacional Reina Sofía (2013); “Hibridaciones”, Museo de arte contemporáneo de Valdivia, Universidad Austral de Chile (2013); e “China-Town”, Galería Metropolitana (2011).

Iñaki Ceberio de León é membro da Asamblea el Retamo de Nonogasta, uma assembleia civil que está lutando pela solução para um problema sócio-ambiental vinculado à contaminação de um curtume. Ele tem um doutorado em Filosofia pela Universidad del País Vasco (Espanha) e realizou uma pesquisa de pós-doutorado no Centro de Estudos Ambientais da Universidad Austral de Chile, sob a direção do Dr. Manfred Max-Neef. Concluído o pós-doutorado, foi contratado pela Escola de Artes Visuais da Universidad Austral de Chile, onde colaborou no processo de reconhecimento do curso de artes visuais e participou de projetos artísticos com o acadêmico e artista visual Jorge Hernández. Atualmente é rofessor-pesquisador da Universidad Nacional de Chilecito (Argentina), onde ministra cursos de Filosofia e participa de projetos de pesquisa e extensão vinculados ao meio ambiente.

>Doris Difarnecio é diretora da ARTEACCIÓN: uma plataforma digital para a arte como ação pública e resistência contra o feminicídio, a violência sexual, a homofobia e o racismo. De 1999 a 2016, foi diretora teatral de Fortaleza de la Mujer Maya (FOMMA), em San Cristóbal de las Casas (Chiapas, México), um coletivo de mulheres maias que usa o teatro como ferramenta para a educação, a preservação das comunidades indígenas e os direitos da mulher. Foi diretora do Centro Hemisférico, sede satélite do Instituto Hemisférico em Chiapas, entre 2008 e 2013. Tem mestrados em Estudos Culturais e em Sociologia pela Universidad Autónoma de Madrid e pelo Centro de Estudios Superiores de México y Centroamérica (CESMECA), na Universidad de Ciencias y Artes de Chiapas. Vive atualmente em Novo México, Estados Unidos, de onde colabora com o Rights and Equality Center, que busca dar voz a trabalhadores imigrantes de baixa renda que são agredidos pelas políticas públicas anti-imigrantes de Trump. centrohemisferico.wordpress.com | arteaccionchiapasmexico.wordpress.com

Javier Serna é professor de Letras e Análises de Processos Culturais na Universidad Autónoma de Nuevo León, México. Publicações: 150 Años de Teatro en Nuevo León (2009), Narcocorridos (2003) e Oratura (2014). Tem um Ph.D. em Estudos pela Performance da New York University e um mestrado em Drama e Antropologia pelo Drama Centre London.

Participantes:

  • Anadel Lynton Snyder
  • Carolina Novella
  • Elizabeth Gray
  • Geraldine Lamadrid Guerrero
  • Luana Pfeifer Raiter
  • Mariana Rotili
  • Mark Nelson
  • Michele Louise Schiocchet
  • Paulo Maia
  • Ricardo Sarmiento
  • Suzanne Schmidt
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Descrição:

O grupo de trabalho Descolonizando a memória oferece um espaço interdisciplinar e transnacional onde se questionará os estudos da memória e a necessidade de recontextualizar esse campo de estudos. O objetivo principal é problematizar a tendência, tanto dentro como fora do meio acadêmico, de pensar sobre a memória e sua jornada através do tempo e do espaço de modos que não ultrapassam as categorias e limites geográficos (Oriente, Ocidente, Sul Global, Norte Global) e temporais (passado-presente-futuro) pré-estabelecidos. Inspirados pela reviravolta temporal que as teorias feministas e queer têm dado recentemente, o nosso grupo pretende refletir sobre as modalidades não-modernas de aferrar-se ao tempo, a fim de contemplar diferentes modos de abordar a memória e o seu legado. Reunindo ativistas, artistas e pesquisadorxs acadêmicos que trabalham com a memória, este grupo busca a subversão das categorias de tempo e espaço, recuperando/centralizando o lúdico, o irônico e o carnavalesco dentro das práticas de comemoração de passados difíceis.

Analisando os desafios apresentados em colóquios aparentemente incomensuráveis com memórias e experiências do passado, presente e futuro, este grupo de trabalho busca criar conexões duráveis e colaborativas entre acadêmicxs, ativistas e artistas. Ao questionar “Como podemos falar em “descolonização da memória” através do humor, do barulho, da risada, do carnaval e da performance através das disciplinas, geografias e períodos?” Esta plataforma interdisciplinar desestabiliza itinerários pré-determinados da memória e reage às concepções normativas de temporalidade e hereditariedade. Ela busca destacar a presença do Agora no encontro com o passado e o potencial que esse encontro pode representar.

Formato ou estrutura:

Este grupo de trabalho adotará a seguinte estrutura:

  • Dias 1-2: Introdução sobre os objetivos do grupo de trabalho e apresentação dxs participantes. Breve exposição sobre o trabalho de cada participante durante os primeiros dois dias (até 10 pessoas por dia).
  • Dias 3-4: Atividades em grupo, nas quais abordaremos – por meio de discussões e dinâmicas participativas – cronologias históricas e espacialidades da lembrança dos nossos países foco e o desmantelamento da ordem oficial para propor rotas/possibilidades históricas diferentes.
  • Dia 5: Uma rota carnavalesca de Memória, focada no estudo dos atos de violência contra movimentos de dissidência política, particularmente a comemoração do 2 de outubro de 1968, o dia da Matança de Tlatelolco, na Cidade do México. Começaremos pelo Memorial às vítimas de Tlatelolco na Plaza de las Tres Culturas e seguiremos uma rota por locais politicamente carregados que funcionam como espaços de mobilização social para refletirmos sobre como o nosso dia a dia pode converter-se em um foco de convergência para reviver e conectar o passado aos eventos de violência e desaparições do presente (Os 43), mesmo que esse passado não tenha sido vivido pelas gerações mais jovens.

Idiomas que xs organizadorxs do grupo falam/entendem:

Inglês e espanhol.

Coordenadorxs:

Daniella Wurst é uma doutoranda no Departamento de Culturas Latino-americanas e Ibéricas na Columbia University. Sua tese analisa a fotografia, o teatro documental e a literatura da pós-geração, focando-se nas tensões presentes em Práticas Culturais de Memória na Argentina, Chile e Peru.

Dilara Çalışkan é uma doutoranda no Centro de  Estudos do Holocausto, Genocídio e Memória, do Departamento de Antropologia da University of Illinois em Urbana-Champaign.  Ela é também bolsista do Centro de Estudos sobre as Diferenças Sociais na Columbia University e trabalha com as relações entre as afinidades queer e as modalidades não-normativas e intergeracionais de transmissão da memória. Desde 2010, tem estado envolvida com a LGBTI Solidarity Association, que visa particularmente defender os direitos transgêneros e lutar contra a criminalização dxs trabalhadorxs sexuais e pelo reconhecimento do seu trabalho.

Noni Carter é uma autora e doutoranda, atualmente cursando o quarto ano de Literatura Franco-Caribenha na Columbia University. A sua tese de doutorado aborda tanto o período Iluminista quanto o estilo contemporâneo da literatura franco-caribenha, onde se questiona a escravidão e suas representações em várias expressões culturais, incluindo a literatura, suas dimensões de gênero e as modalidades simbólicas e concretas de violência nelas envolvidas. 

Manuela Badilla Rajevic está atualmente cursando um doutorado em Sociologia na The New School for Social Research. A sua tese explora a interseção do projeto da memória pública, dos movimentos sociais e das gerações pós-conflito no Chile. O seu ensaio 'O Dia do Jovem Combatente, lutas intergeracionais no campo da memória da pós-ditadura no Chile' foi publicado online no Memory Studies Journal.

Marianne Hirsch ensina Literatura Comparada e Estudos de Gênero na Columbia University, onde é diretora do Centro de Estudos sobre a Diferença Social. Suas publicações recentes incluem: The Generation of Postmemory; Ghosts of Home: The Afterlife of Czernowitz in Jewish Memory com Leo Spitzer; co­ed. e­misférica “The Subject of Archives” e Rites of Return.

Participantes:

  • Alberto Gomez
  • Beshouy Botros
  • Brenda Garcia
  • Charlotte Gartenberg
  • Cole Rizki
  • Dasha Chapman
  • Diana Delgado-Ureña
  • Diana Raznovich
  • Dot Tuer
  • Emilia Yang
  • Isabel Dominguez Seoane
  • Itza Varela Huerta
  • Jamie Lee
  • Jarula Wegner
  • Jeannine Murray-Román
  • Maite Malaga
  • Mirta Kupferminc
  • Mya Dosch
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Descrição:

Buscamos intervenções artísticas ou pedagógicas e análises críticas de textos culturais que usam o cabaré como método. Convidamos artistxs, acadêmicxs, organizadorxs comunitárixs e outrxs que usem métodos de cabaré, incluindo, mas não exclusivamente: variedade, sátira, urgência, risco, conhecimento distribuído, palco compartilhado, fabulosidade e provocação dentro e fora do palco. À luz do tema do Encuentro deste ano, poderemos refletir particularmente sobre “a estratégia de justaposição do humor e do sóbrio” (Gutierrez, 2010), usada com grande sucesso por artistas de cabaré para analisar as ideias sérias do momento.

Coordenamos este grupo de trabalho para abrir a discussão sobre o cabaré como um momento translocal contínuo, no qual “as minorias sexuais, raciais e econômicas reagem contra o sujeito individualista exemplar moderno, cultivando, ao invés, culturas táticas de colaboração, recursos compartidos e coalisões políticas” (Cowan 2015). Além disso, esperamos que este grupo de trabalho nos permita desenvolver uma genealogia translocal do cabaré político nas Américas, uma genealogia que é frequentemente ignorada em favor de uma nostalgia pelo cabaré artístico europeu do final do século XIX e dos tempos de guerra.

Descrição do formato ou estrutura:

O grupo será organizado com base nos interesses dxs participantes. Esperamos explorar o que significa o cabaré como prática performática e como um conjunto de táticas e métodos portáteis e multiplataforma que continuam sendo fundamentais para os movimentos de protesto, a organização em redes sociais e como modalidade de ensino, pesquisa, produção e transferência de conhecimento.

Neste grupo de trabalho, xs participantes discutirão suas experiências com o uso dos métodos do cabaré dentro e fora do palco (na performance, na sala de aula, em suas pesquisas, nas ruas). Cada participante terá a oportunidade de discutir o seu trabalho e receber comentários do grupo. Nos últimos dias, podemos decidir, em grupo, criar algo juntos: uma performance, uma intervenção urbana, um trabalho de pesquisa, um manifesto, ou talvez tudo isto!

Questões que gostaríamos de abordar no grupo de trabalho (lista não exaustiva):

  • O que é o cabaré para você? O que é o cabaré onde você mora/atua?
  • O que o cabaré lhe permite fazer, onde você atua?
  • Você acha que o cabaré é uma tática de conscientização/pedagogia política?
  • Existe uma ‘metodologia de cabaré’? Neste caso, como e onde ela se mobiliza além do palco?
  • Se existe uma teoria do cabaré, o que isso significa para você?
  • Quais são algumas limitações do cabaré? Como o cabaré recebe uma má reputação?
  • Como o cabaré difere de um local para o outro?
  • Como o cabaré torna-se político? Ou é sempre político?
  • Sob que condições o cabaré torna-se um método de organização?
  • Como a análise / o método / a prática do cabaré influenciam diversas categorias de performance e teatro, como variedades, humor/sátira e performance política?
  • O que significa quando ‘cabaré’ significa coisas diferentes em diferentes contextos?
  • Como podemos traduzir a prática / o método / a teoria do cabaré? O cabaré é portátil?
  • Como o cabaré atua além do palco / do teatro / do bar?
  • Como o trabalho e a pedagogia acadêmica poderiam também empregar a " metodologia do cabaré"?
  • Quais são os modos de teorizar, destacar ou sinalizar a metodologia do cabaré como transdisciplinar, interdisciplinar, intradisciplinar ou antidisciplinar quando teorizamos o cabaré dentro de um histórico e de uma prática ‘disciplinar’ mais ampla de Estudos da Performance ou Estudos do Ativismo e/ou quando usamos este método para interagir com outros objetos / locais / cenários / corpos de pesquisa?

Idiomas que xs coordenadorxs do grupo falam/entendem:

Espanhol, inglês, português, francês (entendem).

Coordenadorxs:

Laura G. Gutiérrez é Professora Associada de Performance Latinx e Estudos de Cultura Visual no Departamento de Estudos Mexicanxs-Americanxs e de Estudos Latinxs na University of Texas, em Austin. O seu livro Performing Mexicanidad: Vendidas y Cabareteras on the Transnational Stage (2010) ganhou o IX Prêmio Anual da MLA na categoria de Estudos Literários e Culturais Latinxs e Chicanxs. Gutiérrez já publicou ensaios e capítulos de livros sobre temas como: a arte performática latina e mexicana, a arte fronteiriça, a videoarte e o cabaré político. Ela está atualmente concluindo uma monografia sobre pânicos raciais e sexuais nos meados do século XXI no México através de uma leitura de filmes da época. A sua pesquisa sobre o cabaré político mexicano também produzirá um histórico cultural do gênero.

T.L. Cowan é Professora Assistente de Estudos de Mídia no Departamento de Artes, Cultura e Mídia (UTSC – Univerity of Toronto Scarborough) e da Faculdade de Informação (iSchool) da University of Toronto. Seus recentes ensaios foram publicados em Women & Performance (2018), Liminalities (2016) e More Caught in the Act: An Anthology of Performance Art by Canadian Women (2016). Cowan está atualmente concluindo uma monografia, Transmedial Drag: Cross-Platform Cabaret Methods e desenvolvendo dois projetos online: The Cabaret Commons Digital Platform e Digital Research Ethics Collaboratory.  T.L. é também uma artista de cabaré, talvez mais conhecida pelo seu alter ego, a Sra. Trixie Cane. tlcowan.net

Participantes:

  • Carina Guzman
  • Cecilia Sotres
  • Christina Baker
  • Christina Streva
  • David Tenorio
  • Fabián Céspedes
  • Fernanda Souza
  • Eduardo Fajardo
  • Juliana Fadil Luchkiw
  • Mark Sussman
  • Martha Toriz-Proenza
  • Nora Isabel Huerta Huajardo
  • Pako Reyes
  • Stephen Lawson
  • Vicente Leite Filho
  • Yecid Calderón Rodelo
  • Maria Paz Valenzuela Silva
  • Rosanne Sia
  • Liliana Ramírez
  • Bretton White
  • Gisela Martinez
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sexta-feira, 26 abril 2019 17:59

Joshua Chambers-Letson

Joshua Chambers-Letson é professor associado de Estudos da Performance na Northwestern University. Ele é o autor de After the Party: A Manifesto for Queer of Color Life (Depois da festa: um manifesto pela vida dxs queer de cor) (NYU Press, 2018) e A Race So Different: Law and Performance in Asian America (de Uma corrida tão diferente: a lei e a performance na América asiática) (NYU Press, 2013). Ele está atualmente trabalhando com Tavia Nyong’o para preparar a obra The Sense of Brown, de José Esteban Muñoz, para publicação pela Duke University Press.

CDMX, México. 15 de junho de 2019.

Ver a mesa redonda com Joshua Chambers-Letson aqui.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:59

Petrona de la Cruz Cruz

There is no translation available.

Petrona de la Cruz is co-founder of Fortaleza de la Mujer Maya (FOMMA) with Isabel Juárez Espinosa. She has achieved international recognition for her work. Her play, Una mujer desesperada was produced in 1993 in San Cristóbal as part of International Women’s Day and has been published in Holy Terrors: Latin American Women Perform (Duke University, 2003). She has also participated in diverse acting and directing workshops in the United States with Doris Difarnecio, Amy Trompetter, and Paty Hernandez. She is currently a board member of the Hemispheric Institute of Performance and Politics.

CDMX, Mexico. June 14, 2019.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:58

Lilian Mengesha

Lillian Mengesha é diretora, dramaturga e professora assistente de Estudos de Raça e Performance no Departamento de Teatro, Dança e Performance da Tufts University. Sua pesquisa se concentra na performance indígena contemporânea na América do Norte e Central, particularmente na arte que aborda os legados da violência contra as mulheres. Em seu trabalho de performance, seu objetivo é criar escalas temporais de memória legíveis, medidas através da diferença social e ecológica, como em "manifestroom" (2014), "uma emoção é um sinal de que algo mudou" (2016) e seu projeto atual que se concentra na história do oceano.

CDMX, México. 12 de junho de 2019.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:58

Donna Kaz

Donna Kaz é uma performer, ativista, autora e líder feminista em temas sobre a mistura do ativismo com a arte. Nos últimos 20 anos, tem comprovado que as feministas são divertidas com o seu trabalho Guerrilla Girls On Tour (Meninas da guerrilha em turnê). Seu novo e-book PUSH/PUSHBACK: 9 Steps to Make a Difference with Activism and Art (PUSH/PUSHBACK: 9 passos para fazer a diferença com o ativismo e a arte) está disponível em: ggontour.com. donnakaz.com | @guerrillagsot @donnakaz

CDMX, México. 12 de junho de 2019.

Ver a conferência de Donna Kaz aqui.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:58

El Ciervo Encantado

Nelda Castillo fundou El Ciervo Encantado em Havana em 1996, criando um espaço de laboratório e intercâmbio, onde a descoberta e a criação de interessantes vínculos entre teatro, artes visuais, música, literatura, dança, pesquisa teórica, etc. são estimuladas. Graças a este constante cruzamento de conhecimentos, a obra de El Ciervo Encantado se conecta com diferentes espaços de promoção da arte e da cultura e não se enquadra em qualquer classificação.

CDMX, México. 14 de junho de 2019.

Ver a performance de El Ciervo Encantado aqui.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:57

Antonio Prieto

Professor-pesquisador em tempo integral na Faculdade de Teatro e no Centro de Estudos, Criação e Documentação das Artes da Universidad Veracruzana, onde é coordenador do mestrado em Artes Cênicas. Membro do Sistema Nacional de Investigadores do Conacyt, tem especialização em teatro e performance mexicana contemporâneos, com interesse particular em artistas que trabalham as dimensões de gênero, nação, sexualidade e etnia. Tem mestrado em Estudos da Performance da New York University e doutorado em Estudos Latino-Americanos da Faculdade de Filosofia e Letras da UNAM. Editor de quatro livros, dentre eles: Jerzy Grotowski. Olhares da América Latina (Universidad Veracruzana, 2011) e, junto com Elka Fediuk, Corporalidades cênicas. Representações do corpo no teatro, na dança e na performance (Universidad Veracruzana, 2016). É diretor de Investigación Teatral. Revista de artes escénicas y performatividad.

CDMX, México. 12 de junho de 2019.

Ver a conferência de Antonio Prieto-Stambaugh aqui.

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Desespero & nojo vs integridade & sabedoria: um jogo em 7 atos

Samuel Beckett conta a história de alfaiate que leva semanas para fazer uma calça, enquanto deus precisou de apenas seis dias para criar o mundo. Qual ficou melhor? Pode a arte performar melhor que a natureza? Quais são as possibilidades para milhares de espécies, incluindo as nossas, no Antropoceno? Teriam os artistas poderes e responsabilidades especiais para transformar atitudes e comportamentos? Em um nível tanto pessoal quanto sócio-político, existe motivo para otimismo quando a escolha é entre desespero e nojo versus integridade e sabedoria?

Biografias

Richard Schechner é editor da TDR, autor, diretor teatral e professor emérito de Estudos da Performance, NYU. Seus livros incluem Environmental Theater (Teatro ambiental), Performance Theory (Teoria da performance), Between Theater and Anthropology (Entre o teatro e a antropologia), The End of Humanism (O fim do humanismo), The Future of Ritual (O futuro do ritual), Performed Imaginaries (Performance de imaginários), and Performance Studies: An Introduction (Estudos da performance: uma introdução). Foi diretor de produção do Free Southern Theater e fundou The Performance Group. Já dirigiu teatro, conduziu oficinas, lecionou e palestrou nas Américas, Europa, Ásia, África e Austrália.

Didanwy Kent Trejo (Apresentadora) tem doutorado e mestrado pelo programa de Pós-graduação em História da Arte da UNAM. Atualmente, trabalha em tempo integral como professora na Escola de Literatura Dramática e Teatro da Faculdade de Filosofia e Letras da UNAM. É tutora nos programas de Pós-graduação de Música e de Artes e Design da UNAM, e no programa de Pós-graduação em História da Arte. Seus temas de interesse de pesquisa têm girado em torno das diversas manifestações das artes cênicas, em particular a ópera, o teatro e a performance, bem como as práticas sociais e artísticas contemporâneas.

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