quinta-feira, 02 maio 2019 15:44

Maria Eugenia Chellet: Caixas de presente

Caixas de presente

Caixas de presenteé um cabaré político no qual uma elegante madame recebe presentes dos mais importantes presidentes do mundo. Ela abre e comenta cada presente, usando uma crítica satírica, irônica e bem-humorada. Através do cabaré, ela satiriza o posicionamento político de cada presidente. Os presentes servem como metáforas para desmistificá-los.

Biografia

Maria Eugenia Chellet é artista multidisciplinar. Em seus vídeos, performances, etc., trabalha com arquétipos, protótipos e estereótipos femininos. Seu trabalho examina o meio do autorretrato e as imagens que são cristalizadas na cultura universal e na mídia de massa.

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Ninguém gosta de garotas gordas

Na América Latina, a obesidade é uma fonte de discriminação e violência, especialmente contra as mulheres. Há alguns anos, um governante mexicano disse que “ninguém gosta de meninas gordas”. O discurso causou polêmica, uma vez que esta frase se referia à obesidade e a adolescentes grávidas. A performance é uma resposta a esse discurso.

Biografia

Erika Bülle Hernández (Cidade do México) é doutora em Artes e Design pela UNAM. Ela tem 30 anos de experiência em performance.

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quinta-feira, 02 maio 2019 15:16

GRUPO D3 CHOK3: Diáspora des-global

Diáspora des-global

Numa cartografia do mundo, caminharemos descalçxs, marcando rastros de sangue nos caminhos feitos pelxs migrantes que buscam refúgio em todo o mundo. Um grupo de profissionais da saúde realizará o processo de extração do sangue, utilizando equipamentos médicos de doação.

Biografía

GRUPO D3 CHOK3 (Yeshua David Hinojosa Romero, Omar Matadamas, Esperanza Balderas, Mayumi, Alec e Orgy PUNK) surgiu durante o movimento #yosoy132. O grupo desenvolve e implementa técnicas artísticas como ferramentas de ação política não-violenta usada em protestos contra governos que discriminam a diversidade sexual e de gênero. Já se apresentaram em festivais em Amsterdã, Canadá, Alemanha e Tailândia.

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quinta-feira, 02 maio 2019 15:12

Xandra Ibarra: Rindo nua

Foto: Walter Wlodarczyk

Rindo nua

Numa performance duracional na qual ri nua, Ibarra arrasta um casulo de nylon cheio de paradigmáticos “acessórios de mulher branca". Ela confronta os frustrantes encontros que corpos racializados têm com a branquitude e com a feminilidade branca, incorporando a meada da raça e negociando as dores e os prazeres da sujeição, da abjeção e de ser uma pessoa.

Biografia

Xandra Ibarra é uma performer da fronteira entre o México e os Estados Unidos que reside em Oakland e que por vezes trabalha sob o nome La Chica Boom. Ibarra utiliza performance, vídeo e esculturas para falar de abjeção e alegria. Ela já foi premiada com Art Matters Grant, NALAC Fund for the Arts, ReGen Fund, Franklin Furnace Award, e Queer Art Prize Award.

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quinta-feira, 02 maio 2019 15:01

Roberta Nascimento: Em tempos de guerra, GOZE!

Em tempos de guerra, GOZE!

Querem arrancar nossas liberdades, querem arrancar nossa vitalidade, querem arrancar nossas conquistas, querem domar nosso desejo de viver e de gozar. A resistência é real e estamos colocando nossos corpos na linha de frente do combate. Somos as netas das bruxas que eles não conseguiram queimar, GOZAREMOS e LUTAREMOS!

Biografia

Roberta Nascimento é uma artivista brasileira, performer, vegana, praticante de yoga, feminista, geminiana e admiradora dxs felinxs. Tem bacharelado em Artes Cênicas e suas obras transitam entre performance, instalação e vídeo. Sua pesquisa está pautada nas questões ligadas à dilatação do tempo-espaço e no uso da exaustão psicofísica como ferramenta para tratar de temas que a angustiam.

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quinta-feira, 02 maio 2019 14:45

Deborah Castillo: O fraternal beijo socialista

O fraternal beijo socialista

O fraternal beijo socialista é uma ação performativa que chama atenção para os estereótipos associados ao poder, que estão sempre presentes na história da humanidade e sem o protagonismo de mulheres.

Biografia

Deborah Castillo é uma artista multidisciplinar venezuelana que reside na Cidade do México.

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quinta-feira, 02 maio 2019 14:36

L.M. Bogad: COINTELSHOW: UM ATO PATRIÓTICO

COINTELSHOW: UM ATO PATRIÓTICO

Junte-se ao agente especial Christian White num animado e macabro tour pelo notório Programa de Contrainteligência (COINTELPRO) do FBI. Os documentos federais são extremamente censurados em nome da Lei da Liberdade de Informação. Mas quando Chris revela o assombroso submundo que existe sob as marcas do censor, as coisas dão terrível e fabulosamente errado.

Biografia

L.M. Bogad é autor, performer e professor na UC Davis. Suas publicações incluem: Tactical Performance; Electoral Guerrilla Theatre (Performance tática; teatro de guerrilha eleitoral) (Routledge) e COINTELSHOW (PM Press). Suas performances incluem: ECONOMUSIC, ORWELL’S WAR, POSSIBLE PASTS: SANTIAGO 9/11, HAYMARKET, EXIT 11 e A FAIR FIGHT.

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quinta-feira, 02 maio 2019 14:13

DETEXT: Matar o presidente

Matar o presidente

Matar o presidente explora a interseção entre dança e treinamento militar. Realizado por um guarda-costas profissional e uma bailarina, este “pas de deux” combina improvisação com exercícios e manobras usadas por agentes durante ataques e evacuações de políticos.

Biografia

O trabalho do DETEXT foi exibido em museus e galerias internacionalmente, incluindo o MoMA PS1, em Nova York; Museu de Arte Contemporânea MACBA, Barcelona, Centro de Arte 2 de Maio CA2M, Madri, ARTIUM, Vitória, Espanha e Museu de Design e de Arte Contemporânea MUDAC, Lausanne, Suíça.

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quinta-feira, 02 maio 2019 14:06

Victoria Polti: Ruídos

Ruídos

A performance é baseada no uso de interfaces e registros sonoros com intervenções acústicas em tempo real. A partir da pesquisa tímbrica e das sonoridades corporais como território perceptivo, busca-se interpelar a escuta como som encarnado e brincar com as fronteiras entre o que se vê e escuta em contraponto com registros discursivos.

Biograpfia

Victoria Polti é música, performer e antropóloga. Dedica-se à composição e à interpretação musical, à docência e à investigação musical, etnomusicologia, e à antropologia do som e do corpo. Integra a Equipo de Antropología del cuerpo (Equipe de antropologia do corpo), a Red Latinoamericana de Antropología de y desde los Cuerpos (Rede latino-americana de antropologia dos corpos e a partir dos corpos) e a Asociación Internacional para el Estudio de la Música Popular (Associação internacional para o estudo da música popular) (IASPM).

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terça-feira, 30 abril 2019 17:20

Violeta Luna: REQUIEM no 3: corpo vala

REQUIEM no 3: corpo vala

Corpo sepultura é uma ação poética que visa resgatar a memória e recuperar a humanidade dos que foram enterrados em valas comuns no México. Num espaço criativo público e inclusivo, o trabalho questiona e revela a impunidade de uma máquina institucional concebida para impedir o direito de acessar a verdade, a justiça e o luto.

Créditos:
Concepção e performance: Violeta Luna
Textos: Roberto Varea
Música: David Molina

Biograpfia

O trabalho de Violeta Luna explora a relação entre teatro, performance e compromisso social. Luna usa seu corpo como um território de problematização, questionamento e comentário de fenômenos sociais e políticos. Formada em Teatro pela UNAM, Luna apresenta o seu trabalho e realiza oficinas pelo mundo todo.

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