A performance no México—abordagens e estratégias

Um espaço para se pensar sobre a performance e a arte-ação no México, de uma perspectiva contemporânea, observando a sua história recente, analisando — comparativamente ou não — o estado atual das encenações e as estratégias criativas, a fim de vislumbrar desafios e problemáticas, tanto discursivas quanto institucionais.

Biografias

Hortensia Ramírez estudou filosofia na faculdade de Filosofia da UNAM e pintura na Escuela de Pintura, Escultura y Grabado la ESMERALDA, sendo esta última a sua formação concluída. Tem dedicado o seu trabalho profissional à performance, desde a sua execução, promoção e organização. Já participou como artista convidada do Nippon International Performance Art Festival, Metropolitan Art, na cidade de Tóquio, e do Performance et télé Interactive Le Lieu, Centre Art Actuel, em Quebec, Canadá, dentre outros festivais internacionais de performance.

Desde 1984, Elia Espinosa é pesquisadora permanente do Instituto de Investigações Estéticas da UNAM. Faz parte do Sistema Nacional de Investigadores. Suas áreas de pesquisa nessa entidade universitária são as artes plásticas e visuais nos séculos XX e XXI, com especial interesse nas artes não-concretas (performance, instalação, arte corporal); as relações entre a poesia e a pintura; a natureza da percepção no artista e em seu público; e a imagem em relação ao potencial da corporalidade.

Roberto de la Torre é artista visual, vive e trabalha na Cidade do México. Estudou artes visuais na ENPEG La Esmeralda, localizada no Centro Nacional de las Artes, e atualmente é também docente nesta escola. Já participou de diversos festivais de arte nacionais e internacionais, sua obra já foi apresentada em dezoito países ao redor do mundo, em regiões como América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Foi cofundador do grupo experimental de arte 19 concreto (1990-1995).

Pilar Villela é artista, ensaísta, gestora e tradutora. Já publicou diversos ensaios e expôs sua obra, individual e coletivamente, no México e no estrangeiro. É também escritora e já trabalhou como docente, tradutora e gestora. Tem colaborado com várias instituições, organizando atividades que misturam a exibição de obras de arte com apresentações de cunho acadêmico. Atualmente, é membra do Sistema Nacional de Criadores do FONCA.

Sol Henaro (Apresentador) foi cocuradora do MUCA Roma de 2000 a 2003 e, em 2004, fundou a Celda Contemporánea, projeto que dirigiu até 2006. Já foi curadora de dezenas de exposições, dentre as quais destaca-se No-Grupo: Un zangoloteo al corsé artístico (Museo de Arte Moderno, 2010). De 2011 a meados de 2015, ocupou o cargo de Curadora do Acervo Artístico do Museo Universitario Arte Contemporáneo, onde ocupa, desde 2015, o cargo de Curadora de Acervo Documental. É responsável pelo Centro de Documentación Arkheia.