Espaço público, riso, ativismo

Este painel explora distintas abordagens sobre o uso do humor e do riso como ferramenta ativista, navegando pelas particularidades desse uso no espaço público.

Biografias

Jacques Servin iniciou a sua atual fase adulta inserindo uma multidão de homens beijando-se num videogame de tiroteio momentos antes de o jogo ser enviado para as prateleiras das lojas. Despedido e momentaneamente famoso, ele optou por ingressar no ativismo queer. Desde entāo, como cofundador do Yes Men (www.theyesmen.org), ele tem trabalhado para entidades como a Exxon, a Dow, a Monsanto e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos, bem como para o New York Times, New York Post e Washington Post, tudo sem a aprovação das mesmas.

Ana Francis Mor (Ana Francis López Bayghen Patiño) nasceu na Cidade do México em 11 de julho de 1973. É formada em Atuação pelo Foro Teatro-Contemporáneo e em Artes Cênicas para a Expressão Teatral pela Universidad de Guadalajara. Ganhadora da Medalla Omecihuatl 2011 por seu trabalho artístico e como ativista feminista LGBTTTI. Cofundadora da companhia “Las Reinas Chulas”, que conta com mais de 50 espetáculos em seu currículo. Ao final de 2014, a companhia recebeu a Medalla del Mérito a las Artes, outorgada pela Assembleia Legislativa da Cidade do México por mais de quinze anos dedicados à promoção da cultura na capital do país.

Arturo Hernández, nascido na Cidade do México, é o mentor por trás do conceito de Supercívicos. É um verdadeiro “chilango”. Um dos primeiros VJs da MTV Latinoamérica. Trabalhou para a Sony Entertainment Television e para o Discovery Channel antes de gerar o seu próprio conteúdo. Sua companhia produtora foi responsável pela produção do primeiro ROAST para o Comedy Central Latinoamérica, com o ator Hector Suárez. “Houston, Temos Um Programa” foi um dos formatos desenvolvidos por sua equipe, da qual se desprendeu a seção “Los Supercívicos”, que tem se destacado na internet depois que o programa foi cancelado por seu alto teor de crítica política. @arturoelpantera.

Marlène Ramírez-Cancio (Moderadora) é diretora associada de Artes & Mídia no Instituto Hemisférico de Performance e Política. Em sua posição, ela chefia a curadoria e produção dos grandes Encuentros; também faz a curadoria do HIDVL, uma crescente biblioteca de vídeo digital que arquiva e circula o trabalho de artistas politicamente engajados; dirige o EMERGENYC, o programa para artistas emergentes do Hemi, focado em arte e ativismo; iniciou e comanda as residências artísticas do Hemi para artistas locais; e co-criou iniciativas como a Helix Queer Performance Network, voltada para artistas queer e racializados, e incentivando mentoria intergeneracional.