[MONSTRA CABARET] – “entre democracias e outras falácias” –

democracia
em tempxs de pós-verdade
é pura falácia

governando violências
aniquilando existências

NOS MATAM *porno* ser / por não ser
NOS VIOLAM *porno* star / por não ser

corpas sem direitxs
esperando ser desfeitxs

lantejoulas retorcidas
monstras subversivas

afiando as lâminas
infectando ser guerrilhas

machxs vão cortando
corpas liberando
orgasmas desatando

Biografia

Pacha Queer é uma trincheira dissidente de performance e política no Equador. MoTa (Eduardo Fajardo) e CoCa (Fernando Rodríguez), terroristas dx gênerx, subversivas do prazer, bruxas transfeministas, abortam performances guerrilheiras, incitando a emancipação de pensamentxs a partir da (re)ação artística, contracultura, “zorroridade” e autonomia.

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TRANS-CRIÇÕES POPULARES MEXICANAS

Interpretação de repertório popular mexicano com harpa, violino, violoncelo e voz por La Bruja De Texcoco, acompanhada por Marusia Pola Mayorga no violoncelo.

Biografia

La Bruja De Texcoco é um projeto musical e performático que nasce da rejeição à masculinidade na música mexicana, apropriando-se dela e fazendo-a desenvolver-se em situações extravagantes, cheias de feminilidade, huipiles, máscaras e lantejoulas. Atualmente, conta com o seu primeiro disco lançado, intitulado DE BRUJAS PETENERAS Y CHACHALACAS. | @labrujadetexcoco

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:37

Compañía CroMagnon: Andro frágil

Andro frágil

Andro frágil é uma oficina coreográfica para 30 homens que visa criar uma partitura coreográfica que permita o reconhecimento da vulnerabilidade masculina no espaço público, um lugar de pausa no qual os homens possam deixar-se guiar para habitar um corpo capaz de romper-se e abrir-se às possibilidades de novos movimentos afetivos.

Biografia

Compañía CroMagnon (Mariana Landgrave, Diego Cristian Saldaña Sifuentes, Alejandro Guerrero) é um conjunto de artistas cênicos interessados na interseção entre a música, o teatro e a performance que exploram as potencialidades do som e a presença do ator para ativar discussões sobre política e estética.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:35

Pancho López: O amor é uma merda

O amor é uma merda

O amor é uma merda é uma paródia sobre os relacionamentos que mantemos em nossas vidas; relacionamentos que—apesar de nos causarem descontentamento—mantemos e engolimos dia a dia.

Biografia

Pancho López (México) é um artista performático interessado no cotidiano e nos sentimentos da natureza humana e como ela se conecta com expressões artísticas. Ele é o fundador e atual diretor do Extra! Festival Internacional de Arte de Performance. Seu trabalho foi apresentado em vários países ao redor do mundo. Em 2018, ele recebeu a bolsa Jumex.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:35

Hector Canonge: Bufoncero

Bufoncero

Bufoncero é um personagem inspirado na figura tradicional do carnaval boliviano, “Pepino Chorizo”. A performance ao vivo é uma interação lúdica de ritmos, movimentos de dança e palavra falada que usam o humor e a sátira para apresentar uma crítica comovente, colorida e inteligente sobre questões atuais no mundo.

Biografia

Hector Canonge é um artista interdisciplinar, curador independente e produtor cultural domiciliado em Nova Iorque. Sua obra explora as noções de identidade, papéis de gênero e políticas migratórias. Suas performances, instalações interativas e projetos de dança socialmente engajados já foram apresentados nos Estados Unidos e no exterior.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:35

Kegels for Hegel: Sacaneando com filósofos

Sacaneando com filósofos

Kegels for Hegel interpretará diversas canções do seu álbum, um projeto ainda em andamento, Sacaneando com filósofos, incluindo “Leve-me para a sua zona fronteiriça (canção de amor a Gloria Anzaldua)”, “Coisa (canção de amor a Karl Marx e amigos)” e “Eu quero brigar com você até a morte (canção de amor a G.W.F. Hegel)”.

Biografia

Kegels for Hegel é um projeto de arte conceitual estadunidense que escreve canções de amor obscenas e irreverentes para filósofxs e outrxs pensadorxs, cria vídeos musicais e apresenta performances.

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:35

Alexis O’Hara: OUFF

OUFF

Capitalismo tardio, cultura juvenil, privilégio branco, nossa! OUFF é uma onomatopeia, o mais pesado dos suspiros. Uma desconstrução do privilégio branco em todas as suas feias matizes. É o não-branco da brancura, o vinho rosé de uma dama rica, o triste e doentio bege de um curativo sujo, um falso bronzeado, irritado e caído.

Biografia

Alexis O’Hara já fez turnês internacionais com suas performances de ruído falado e instalações sonoras que fomentam a colaboração musical espontânea entre estranhos. Ela já lançou quatro discos e tantos balões de hélio que o seu vestido ficou preso num lustre. Alexis e seu alter ego drag king, Guizo LaNuit, são pilares no cenário de cabaré de Montreal.

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SomoSNOBvios

Dois playboys gays do passado, Brilho e Silêncio, começam um recital romântico em homenagem à gente “do problema”, afirmando que todos os problemas da comunidade LGBTTTTTTTTTTTTT (etcétera) já tinham sido resolvidos pelos partidos políticos, pelos governos mundiais e pelas transnacionais… Não lhes resta mais que viver numa nostalgia artificial e recordar os hábitos primitivos e afeminados de outrora.

Biografia

José Antonio Cordero* (Aguascalientes, 1971) é um criador cênico e cinematográfico. Estudou Cinematografia no Centro de Capacitación Cinematográfica. Em seu trabalho cênico, Cordero combina o cabaré e as encenações construídas a partir da investigação do ator e do diálogo entre o teatro e a criação audiovisual.

Tareke Ortiz* estudou Composição e Etnomusicologia na Escola de Música da UNAM. Como performer de cabaré, já apresentou o seu trabalho por todo o México e em cidades dos Estados Unidos, Brasil, Argentina e Reino Unido. Ele atualmente é o Diretor Artístico do International Festival Cumbre Tajín.

(*Pertenecientes al Sistema Nacional de Creadores de Arte)

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sexta-feira, 26 abril 2019 17:34

Malik Gaines: Dr. Malik Julian Gaines, chanteur

Dr. Malik Julian Gaines, chanteur

No clima de um piano bar gay, uma performance de músicas com maior e menor influência.

Biografia

Malik Gaines, artista e escritor domiciliado em Nova Iorque, tem atuado e exposto desde o ano 2000 com o grupo My Barbarian e trabalha solo e em outras colaborações. Peças recentes incluem Star Choir, escrito com Alexandro Segade e apresentado no Park Avenue Armory, Nova Iorque. Gaines é professor associado de Estudos da Performance na NYU Tisch.

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Rasgando o silêncio

Esta obra é composta de várias peças performáticas para violoncelo e voz, inspiradas num libreto de ópera que Tito Monterroso escreveu para a compositora Rodríguez e que consistia em uma única enunciação monossilábica: Ai! Tomando o humor monterrosiano como ponto de partida, estas peças irrompem, exaltam e questionam os diversos silêncios que vão encontrando em seu caminho.

Biografias

Marcela Rodríguez nasceu na Cidade do México. Entre seus principais mestres encontram-se María Antonieta Lozano e Leo Brouwer. Desde 1979, escreve continuamente música para teatro, trabalhando com os principais diretores do México. Suas obras já foram tocadas no México, Estados Unidos, América Latina e Europa, em locais como Bellas Artes e Carnegie Hall, até o bar El Hábito y El Vicio.

Catalina Pereda canta, produz, escreve e, quando não tem outro jeito, dirige. Com a sua companhia Ópera portátil, tem se dedicado a levar ao palco espetáculos de ópera, músico-teatrais, infantis e de cabaré. Em 2015, obteve o primeiro doutorado em canto no México, outorgado pela UNAM.

Natalia Pérez Turner nasceu na Cidade do México. Violoncelista e improvisadora, é membra do Generación Espontánea, do Trío Filera e do conjunto Liminar. Divide o seu tempo entre a música contemporânea, o improviso e a colaboração com artistas de outras disciplinas: dança, artes visuais, teatro, performance, literatura e espetáculos infantis.

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