Arte-ações de rua: 50 anos não é nada?

Curadorxs: Rubén Ortiz e Rosa Landabur

Em 13 de setembro 1968, estudantes organizaram a Marcha do Silêncio como uma resposta aos insultos do Presidente em seu discurso anual. A rota escolhida para a marcha foi do Museu de Antropologia ao Zocalo e contou com o apoio da população ao longo do caminho. Quarenta e seis anos mais tarde, uma outra geração marchou parte da rota exigindo justiça para os 43 estudantes de Ayotzinapa desaparecidos em uma guerra impopular e inaceitável. Ainda que os signos que a cidade emite hoje sejam muito diferentes, existem vestígios do que aconteceu há quase 50 anos? Quais sinais podem ser capturados quando refazemos a mesma rota hoje? Quais traços e signos podem ser ativados com novas intervenções? Quais ruídos e murmúrios? Quais iluminações?

Adrián Edgardo Gómez González: Des-andar

Catherine Lavoie-Marcus: 8691

Coco Guzmán: Estamos 43

Elia Arce: A contagem longa

Ivonne Villamil: 95 minutos de escuta juntos

Kiyo Gutiérrez: Efervescência

Marco Guagnelli: Nós ouvimos?

Mariana Rotili: MANTOZONA

Martha Mendoza: 43 nuvens de pensamento

Núcleo Arte, Política y Comunidad: Trama de lã: quantas camadas subterrâneas há nesta rota, apoiando o presente?

Packard Jennings: Intervenção de sinalização neocolonial

Talitha Correia Leite Andrade: LUTO #elenão#elenunca#elejamais

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