Respiração nua (1994)

O som e o aspecto físico da respiração vêm à tona quando clímax sexual, vida e morte se entrelaçam. Apresentando vinhetas de vida, amor, sofrimento e humor, Tim Miller apresenta uma contação de estória convincente sobre a sua própria vida na cidade de Nova Iorque nos anos 80, usando a respiração como sinal de confirmação de vida em um momento em que a epidemia da AIDS e o trabalho com o ACT UP residiam entre a sobrevivência e o desaparecimento. Esta peça solo emergiu da ambição estética de Miller de refletir os conflitos culturais da sociedade gay e, ao mesmo tempo, ‘tentar encontrar uma resposta artística, espiritual e política para a crise da AIDS’. ‘Faça-o como se a sua vida dependesse disso’, diz Miller, respirando rítmica e profundamente, ‘porque depende. Inspire e expire. Respire. Expire a mentira de que não deveríamos estar juntos. Respire no amor. Corra pelado pelas ruas de Los Angeles. Proclame o fim da tristeza. Comemore o nosso milagre.’ Canção e água tornam o corpo vulnerável e forte ao mesmo tempo, em relação a todos aqueles que podem estar mortos, mas não se foram, na verdade.

Media

Permanent URL: http://hdl.handle.net/2333.1/tmpg4hhg

Additional Info

  • Título: Naked Breath
  • Holdings: video
  • Duração: 01:16:28
  • Idioma: English
  • Data da performance: 1994
  • Lugar: Highways Performance Space, Santa Monica, CA.
  • Type/Format: performance
  • Cast/Performers: Tim Miller , performer.
  • Credits: Tim Miller, creator.