O pato feo (2001)

A performance começa com uma introdução de um dos diretores do BAAD!, Charles Rice-González. Em seguida, um filme em preto e branco com Arthur Avilés dançando nu é mostrado, seguido de um solo de dança moderna apresentado no palco com música clássica dramática. Outro filme em preto e branco é mostrado, com cenas do bairro de Hunts Point, no Bronx e referências específicas à arquitetura e identidades latina e negra. O contraste do filme com a performance ao vivo no palco pode ser lida como o contraste entre os diferentes vocabulários de movimentos—pedestres e modernos. Todo o elenco de El Pato Feo—uma gíria em espanhol, que refere-se à identidade homossexual—entra no palco usando fantasias de animais. A mãe do jovem El Pateo no armário narra o amadurecimento do seu filho como um patinho queer. Ao longo do monólogo, conhecemos as dificuldades que o jovem vivenciou ao sair do armário para a comunidade de patos, incluindo ser ofendido e provocado por ser gay. A jornada do “El Pato Feo” faz alusão a momentos na vida de Arthur Avilés , uma autoproclamada bicha e dançarina portorriquenha, totalmente fora do armário, com orgulho. Ao final da performance, “El Pato Feo” espalha as suas penas orgulhoso e afirma a sua confiança como um pato gay maduro através de uma performance dublada do clássico das pistas de dança “Change”, de Lisa Stansfield.

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Permanent URL: http://hdl.handle.net/2333.1/4mw6mg7k