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Sessão de Anistia a Zé Celso (2010)

Em 1974, José Celso Martinez Corrêa foi preso pela ditadura militar e levado para o DOPS – o Departamento de Ordem Política e Social –, onde ele foi brutalmente torturado e posto na cadeia. Trinta anos depois, o diretor teatral deu entrada em um pedido de perdão oficial e de compensação perante a Comissão de Anistia. Esta comissão tinha sido criada pela Lei no 10.559 de 2002, que complementou a infame Lei no 6.683 de 1979, que concedeu anistia geral para todos que haviam cometido crimes políticos sob o regime ditatorial, tanto como parte do exército quanto da resistência.

Em 2010, a Comissão de Anistia realizou a sua 35a sessão pública no Teatro Oficina, para realizar a leitura e a votação do pedido de Zé Celso. À teatricalidade oficial da lei, combinou-se O Banquete, uma peça do grupo, e a audiência foi recebida com uma canção servo-croata, seguida da lavação dos seus pés por um dos membros do elenco, caracterizado. O relator para o caso foi o advogado e ator Prudente José Silveira Mello, que fez a leitura do relatório vestindo um terno e de pés descalços, no cenário da peça.


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