segunda-feira, 15 novembro 2010 16:35

Blanche Dubois (2000)

Blanche ié uma obra baseada na peça de Tennessee William A Streetcar Named Desire. Esta Blanche, que permanence na ilha enquanto a sua irmã emigra, conservou os seus sonhos revolucionários, assim como a Blanche original nunca perde o seu espírito aristocrático.

A obra foi criada em colaboração com o diretor teatral cubano Raul Martín. Blanche permite que Boán articule os princípios da "Dança Contaminada" através do seu próprio corpo e da sua performance. Por meio de uma meticulosa atenção a detalhes da voz, do corpo, dos objetos e do espaço, Boán cria uma obra que torna-se um híbrido de dança e teatro.


Outros Links

Artigo sobre Blanche por Miguel Sirgado Teatro en Miami. Em Espanhol.

Artigo sobre Blanche no Miami New Times.

segunda-feira, 15 novembro 2010 16:32

Chorus Perpetuus (2001)

There is no translation available.

Chorus Perpetuus is a reflection on freedom, collectivity, and the necessity for responsible action. DanzAbierta sings and winds itself through Gershwin, Mozart, Pergolesi, and Simons, interrupting itself as one or another of the dancers breaks out of formation, fails to stay in tune or steps into individual action. To the repeated question ¿Por qué te vas? (Why are you leaving?), this choreographic work explores the tight places between the individual and the collective, their effects and perils, and their complex ethical and political implications. Chorus is the last work Boán created in Cuba before moving to the U.S. to complete an MFA program. The work continued to tour for many years throughout Europe and Latin America to enthusiastic audience and critical reception.


Additional Links

Web cuaderno about DanzAbierta, Boán's Havana-based company.

Critical essay about Chorus Perpetuus by Vivian Taberas in Conjunto, Nº 124, En-Ab 2002, pp. 58-61.

Review of Chorus Perpetuus by Omar Valiño in La Jiribilla 

segunda-feira, 15 novembro 2010 16:03

Ah Mén (2004)

A peça de teatro/dança Ah mén, de Javier Cardona, criada em 2004, é uma exploração da masculinidade como construção social. Através da re-criação visual e verbal de textos que envolvem o corpo, seis bailarinos/atores apresentam as redes intrincadas de prescrição, transmissão e execução da masculinidade normativa, mantida pelas instituições sociais como a família, a escola e o Estado. Ao reproduzir evidentes dinâmicas de poder e violência atreladas às noções e expectativas de masculinidade em nosso inconsciente coletivo, os atores provocam a platéia para que re-pensem nossos pré-conceitos do que significa "ser homem".
segunda-feira, 15 novembro 2010 15:53

You Don't Look Like... (1996, 2003)

A performance teatral e de dança You Don't Look Like..., de Javier Cardona, criada em 1996, lida com temas de raça e identidade, dando atenção especial aos estereótipos raciais difundidos na cultura popular e na indústria do entretenimento. Problemas de violência, discriminação e racismo, vividos pelos Afro-Caribenhos, são tratados através da exploração da relação entre corpos e a política da representação, aqui apresentados através da justaposição experimental de fotografias, dança, histórías e da direta interação com a platéia.
segunda-feira, 15 novembro 2010 13:19

False Testimony (2006)

False Testimony é a primeira obra daAmerican Trilogy de Boán. Este trabalho expande a sua metodologia criativa chamada "Dança Contaminada", integrando um vídeo em tempo real como um outro "performer" na obra. False Testimony continua a história do engajamento crítico criativo de Boán com a cultura política e social em que ela vive. Neste caso, ela volta a sua atenção para as incursões da vigilância na vida privada e nas relações sociais e para a dominância das "imagens" na nossa visão de nós mesmos e do nosso ambiente.

Do programa:

In False Testimony's exploration of life in the post-technological era, the central question becomes: what is the emotional link between humans? A videographer and musician use their respective tools--a camera and cello -- to experiment on two dancers, controlling and checking their reactions. Boxes are used as cubic video screens, producing a magical mixture of real and virtual bodies. Is it possible to look behind and untangle the projection screen or is it better to allow ourselves to simply be deceived by illusion?


Outros Links

Video de False Testimony e mais informaçõe no website da artista www.marianelaboan.com

Resenha em Cultura Mazatlán

segunda-feira, 15 novembro 2010 13:14

Voyeur (2007)

Voyeur é a segunda obra da American Trilogyde Boán. Ela dá continuidade à exploração, iniciada com a obra False Testimony, odas possibilidades e complexidades das interações entre imagens de vídeo e o corpo. Nesta permutação, Boán dá à audiência o poder de "capturar" as imagens do performer, permitindo que eles filmem a performance de locais situados na periferia do palco.

Do programa:

In an act of voyeurism, the audience films in real time the intimate life of a couple, complete with all of their boredom, paranoia and aggressiveness. Will the monotone perfection of domestic life in America drive them to desperate acts against themselves and the world?


Outros Links

Video de Voyeur e mais informaçõe no webiste da artista www.marianelaboan.com

segunda-feira, 15 novembro 2010 13:07

Decadere (2009)

Decadere é a obra final da American Trilogyde Boán. Ela dá continuidade às explorações da coreógrafa sobre as interações entre corpos virtuais e os de carne e osso, usando o palco como o seu laboratório. Boán descreve Decadere como "a dança da crise do sistema capitalista". Na obra, ela cita dois trabalhos anteriores: Fast Food e El pez de la torre nada en el asfalto, ambos os quais foram respostas à crise econômica e política em Cuba nos anos 90.

Do programa:
  • from Latin: to decay
  • 1. to decline in excellence, prosperity and health.
  • 2. a gradual falling into an inferior condition.
  • 3. decline in or loss of strength, health and intellect.

Outros Links

Video de Decadere e mais informaçõe na website da artista, www.marianelaboan.com

Entrevista com Marianela Boán sobre Decadere durante o Live Arts/ Philadelphia Fringe Festival, 2010.

Conversação com Marianela Boán e o jornalista Dominicano Camilo Venegas sobreDecadere

terça-feira, 24 agosto 2010 11:10

Aquilo de que somos feitos (2000)

There is no translation available.

Aquilo de que somos feitos was created over a period of two years of research and rehearsals, in 1999 and 2000, when the celebrations for the 500 years of Brazil's "discovery" where very present. One of the starting points was, therefore, to "discover" and to deal with issues such as citizenship, history, memory. How can art think the world, and how can these ways of knowing serve the world? In this performance the audience shares the same space with the dancers, in proximity and exposed to a dilated time, where movement happens extremely slowly, stimulating a different way of seeing that is almost "epidermic." The object of investigation is the body, the flesh, both aesthetically—what unexpected shapes can it produce, what different ways can it occupy space—and philosophically, how much is a body worth, it's labor, it's meanings? In this work the audience is co-author, assigning whatever meaning it wishes to the shapes the body makes and to the political and advertisement slogans the dancers say.

sexta-feira, 16 julho 2010 10:36

Entrevista com o Dancing Earth (2005)

Entrevista com o grupo Dancing Earth, conduzida por Tina Majkowski durante o 5o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em março de 2005 em Belo Horizonte, Brasil, sob o título Performance e “Raízes”: Práticas Indígenas Contemporâneas e Mobilizações Comunitárias. Ao coreógrafo Rulan Tangen juntam-se o músico/dançarino/pintor Quetzal Guerrero (Cambiva, Yacqui, Ahumeche), o dançarino/fotógrafo Anthony Ch-Wl-Tas Collins (Salt River Pima, Seneca, Osage) e o dançarino/ator/pintor Alejandro Meraz (Tarasco). Eles discutem, dentre outras coisas, as origens das suas colaborações, o papel da dança como um canal de empoderamento para os povos indígenas e como o Dancing Earth trabalha com a memória, o lugar, a tradição e o ritual através do movimento. O Dancing Earth é uma diversidade de artistas indígenas voltados para a dança, que trabalham como um coletivo, sob a liderança de Rulan Tangen, buscando incorporar a essência única da identidade e perspectiva indígenas através da criação e renovação dos movimentos rituais artísticos e culturais. ‘Antigas e futurísticas, as nossas danças são uma liguagem elementar de memória de osso e sangue em movimento. Nós cultivamos a nossa arte individual em favor do empoderamento de todos os povos e criamos pontes entre a arte e a humanidade, a tradição e a experimentação. Através do movimento, nos unimos com respeito, inspiração e inovação. Nós criamos as nossas obras com colaboradores indígenas nos campos da música, da confecção de máscaras, da fotografia, do figurino, da iluminação, da arquitetura, da poesia e da contação de estórias’.
terça-feira, 13 julho 2010 17:11

Encarnado (2005)

There is no translation available.

In 2003, Lia Rodrigues Companhia de Danças was invited by CEASM, the Centre for Study and Social Action at the Favela da Maré, for a residency at the Maré Culture House. Favela da Maré is one of the largest complexes of favelas in Rio de Janeiro, with a population of over 130,000. The initial material for this production was a series of questions: Is it possible to identify with those who suffer? How are we affected by our own pains? What are the things that really count in our lives? How can we break borders and recreate a common territory? How can dance interfere, or even exist, in the context of a reality as tragic as Brazil's? encarnado was created in the space of the favela keeping an open door policy, so that members of the community could watch rehearsals, and the dancers could interact with the community. The assumption was that the body, in contact with a new space, produces a new way of moving, of thinking, of generating new forms of organization.

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