Entrevista com Rulan Tangen (Dancing Earth) e Leland Chapin (Los Colores Studio), conduzida por Jennifer Cayer como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

Rulan Tangen é uma artista que sempre dedicou-se à dança e vive em Santa Fé, Novo México, Estados Unidos. Ela é a diretora e coreógrafa do internacionalmente aclamado Dancing Earth Indigenous Contemporary Dance Creations (www.dancingearth.org). 

Leland Chapin (http://www.myspace.com/coloresstudio) é um artista plástico e instrutor bilíngue que vive em Santa Fé, Novo México, Estados Unidos. Ele tem um bacharelado em Belas Artes e um mestrado em Ensino da Arte Plástica. Ele também já cursou o Teach for America (2001-2003).

sexta-feira, 16 julho 2010 10:36

Entrevista com o Dancing Earth (2005)

Entrevista com o grupo Dancing Earth, conduzida por Tina Majkowski durante o 5o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em março de 2005 em Belo Horizonte, Brasil, sob o título Performance e “Raízes”: Práticas Indígenas Contemporâneas e Mobilizações Comunitárias. Ao coreógrafo Rulan Tangen juntam-se o músico/dançarino/pintor Quetzal Guerrero (Cambiva, Yacqui, Ahumeche), o dançarino/fotógrafo Anthony Ch-Wl-Tas Collins (Salt River Pima, Seneca, Osage) e o dançarino/ator/pintor Alejandro Meraz (Tarasco). Eles discutem, dentre outras coisas, as origens das suas colaborações, o papel da dança como um canal de empoderamento para os povos indígenas e como o Dancing Earth trabalha com a memória, o lugar, a tradição e o ritual através do movimento. O Dancing Earth é uma diversidade de artistas indígenas voltados para a dança, que trabalham como um coletivo, sob a liderança de Rulan Tangen, buscando incorporar a essência única da identidade e perspectiva indígenas através da criação e renovação dos movimentos rituais artísticos e culturais. ‘Antigas e futurísticas, as nossas danças são uma liguagem elementar de memória de osso e sangue em movimento. Nós cultivamos a nossa arte individual em favor do empoderamento de todos os povos e criamos pontes entre a arte e a humanidade, a tradição e a experimentação. Através do movimento, nos unimos com respeito, inspiração e inovação. Nós criamos as nossas obras com colaboradores indígenas nos campos da música, da confecção de máscaras, da fotografia, do figurino, da iluminação, da arquitetura, da poesia e da contação de estórias’.
quinta-feira, 08 julho 2010 16:26

Entrevista com o Pamyua (2005)

Entrevista com o Pamyua, conduzida por Andrew McLean durante o 5o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em março de 2005 em Belo Horizonte, Brasil, sob o título Performance e “Raízes”: Práticas Indígenas Contemporâneas e Mobilizações Comunitárias. Nesta entrevista, os quatro membros fundadores do Pamyua, Stephen Blanchett, Phillip Blanchett, Ossie Kairaiuak e Karina Moeller, falam sobre as suas formações, as origens da banda e como a sua música mescla as canções Yup’ik tradicionais com as influências musicais afro-americanas, como a música gospel, o R&B, o jazz e o funk, para criar um estilo nativo novo e único. Eles falam sobre as suas experiências como nativos urbanos e as suas relações com as suas raízes, uma relação que, para eles, tem implicado um delicado processo de negociação cultural entre diferentes tradições e gerações. Dentre outras coisas, eles discutem como eles são vistos pelos Yup’ik mais idosos, os problemas que as suas comunidades estão enfrentando e como eles são encarregados, como novos veículos da cultura Yup’ik, de revitalizar a sua identidade entre os jovens.

Published in Additional Interviews
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