sexta-feira, 04 março 2011 15:22

Etrevista com Hanay Geiogamah (2007)

Em dezembro de 2007, como parte do seu Festival de Teatro Nativo, o teatro The Public trouxe para a cidade de Nova Iorque profissionais do teatro nativo de todas as partes dos E.U.A. e do Canadá para uma série de leituras e discussões. O festival, com cinco dias de duração, incluiu leituras de peças, discussões após os espetáculos, shows, mesas redondas e a performance da obra 'Tales of an Urban Indian' (“Contos de um Índio Urbano”), de Darrell Dennis. Este vídeo documenta uma entrevista com Hanay Geiogamah, conduzida por Graydon Wetzler como parte de uma série de entrevistas complementares ao Festival de Teatro Nativo.

Membro das Tribos Kiowa-Delaware de Oklahoma, Hanay Geiogamah é professor de Teatro no Departamento de Teatro, Cinema e Televisão da University of California at Los Angeles (UCLA). Geiogamah é também o diretor do Centro de Estudos Indígeno-Americanos da UCLA e tem atuado, nos últimos dez anos, como principal pesquisador do Projeto HOOP, uma iniciativa nacional com o objetivo de promover o desenvolvimento do teatro e das artes performáticas nativo-americanas. Com uma extensa formação em teatro como diretor, dramaturgo e produtor, ele está ativamente envolvido nos estudos e na pesquisa indígeno-americana e atua como diretor artístico fundador do internacionalmente aclamado American Indian Dance Theater. O professor Geiogamah foi produtor sênior da série documental em duas partes entitulada 'Indian Country Diaries' (“Diário do País Indígena”), transmitida nacionalmente pela rede PBS em novembro de 2006 como uma produção do Native American Public Telecommunications Consortium. Em março deste ano, ele encenou as sequências de dança para a ópera 'Wakonda's Dream' (“O Sonho de Wakonda”), no Opera Omaha, que foi muito elogiada pela crítica, atuando como artista convidado para as performances de estréia, com membros do American Indian Dance Theater. Geiogamah é autor e editor de inúmeros livros e artigos sobre o teatro e as artes performáticas nativo-americanas e atua como editor de séries no Native American Theater Series, do editorial do Centro de Estudos Indígeno-Americanos da UCLA. A sua primeira coletânea de peças, 'New Native American Drama' (“O Drama Nativo-Americano Moderno”), é publicada pela University of Oklahoma Press e tem sido impressa há 27 anos.

Graydon Wetzler é um cineasta e candidato a um PhD pela New York University/Tisch School of the Arts, Departamento de Estudo da Performance; ele está atualmente redigindo a sua dissertação sobre a performance e a vigilância.

Entrevista com Rulan Tangen (Dancing Earth) e Leland Chapin (Los Colores Studio), conduzida por Jennifer Cayer como parte do 6o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em junho de 2007 em Buenos Aires, Argentina, sob o título Corpolíticas nas Américas: Formações de Raça, Classe e Gênero.

Rulan Tangen é uma artista que sempre dedicou-se à dança e vive em Santa Fé, Novo México, Estados Unidos. Ela é a diretora e coreógrafa do internacionalmente aclamado Dancing Earth Indigenous Contemporary Dance Creations (www.dancingearth.org). 

Leland Chapin (http://www.myspace.com/coloresstudio) é um artista plástico e instrutor bilíngue que vive em Santa Fé, Novo México, Estados Unidos. Ele tem um bacharelado em Belas Artes e um mestrado em Ensino da Arte Plástica. Ele também já cursou o Teach for America (2001-2003).

sexta-feira, 16 julho 2010 10:36

Entrevista com o Dancing Earth (2005)

Entrevista com o grupo Dancing Earth, conduzida por Tina Majkowski durante o 5o Encuentro do Instituto Hemisférico de Performance e Política, realizado em março de 2005 em Belo Horizonte, Brasil, sob o título Performance e “Raízes”: Práticas Indígenas Contemporâneas e Mobilizações Comunitárias. Ao coreógrafo Rulan Tangen juntam-se o músico/dançarino/pintor Quetzal Guerrero (Cambiva, Yacqui, Ahumeche), o dançarino/fotógrafo Anthony Ch-Wl-Tas Collins (Salt River Pima, Seneca, Osage) e o dançarino/ator/pintor Alejandro Meraz (Tarasco). Eles discutem, dentre outras coisas, as origens das suas colaborações, o papel da dança como um canal de empoderamento para os povos indígenas e como o Dancing Earth trabalha com a memória, o lugar, a tradição e o ritual através do movimento. O Dancing Earth é uma diversidade de artistas indígenas voltados para a dança, que trabalham como um coletivo, sob a liderança de Rulan Tangen, buscando incorporar a essência única da identidade e perspectiva indígenas através da criação e renovação dos movimentos rituais artísticos e culturais. ‘Antigas e futurísticas, as nossas danças são uma liguagem elementar de memória de osso e sangue em movimento. Nós cultivamos a nossa arte individual em favor do empoderamento de todos os povos e criamos pontes entre a arte e a humanidade, a tradição e a experimentação. Através do movimento, nos unimos com respeito, inspiração e inovação. Nós criamos as nossas obras com colaboradores indígenas nos campos da música, da confecção de máscaras, da fotografia, do figurino, da iluminação, da arquitetura, da poesia e da contação de estórias’.
sexta-feira, 09 julho 2010 11:57

Huipil (1992)

There is no translation available.

Creation stories and rituals--constant reminders of our origins are woven on our huipil along with our present day stories of social, political injustices and racism, the Colorado Sisters, Elvira and Hortencia explain. Huipil, presents these stories, along with traditional music, hand choreography and rap, woven together the way a traditional huipil is woven on a back-strap loom. This is our personal statement of our role in the universe, community, and family, as sisters and as women. Theses stories symbolize our strength and survival.

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sexta-feira, 09 julho 2010 11:53

Chicomoztoc-mimixcoa - Cloud Serpents

There is no translation available.

Coatlicue Theater's 'Chicomoztoc-mimixcoa - Cloud Serpents,' was first performed as a work in progress in 1996 at the New World Theater in Amherst, MA as part of a summer program titled 'New Works for a New World.' Elvira and Hortencia Colorado explain the piece as being 'a journey through dreams, stories, time and memory, across mountains and deserts, retracing the footsteps of the ancestors, traveling back to Chicomoztoc (the place of our origin), searching, digging up and gathering stories that have been buried through centuries of shame and denial in our family, but which connect us to our past and identity. Some stories/secrets remain buried, and they are also part of who we are. We honor all those who struggled with their shame and denial. This is an offering to all of our relations.'

The second video was filmed during the American Indian Community House's (AICH) 2000 Indian Summer season and captures the first time the completed work was performed in New York.

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sexta-feira, 09 julho 2010 11:50

Blood Speaks (1992)

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Coatlicue Theater Company's Blood Speaks deals with the pivotal role that religion/Christianity played in the oppression and genocide of native people. In the course of the play the artists reclaim their voices and begin to rewrite history, in their own terms.

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The Coatlicue Theater Company's 'A Traditional Kind of Woman: Too Much, Not 'Nuff,' deals with issues of domestic violence, incest, rape, HIV/AIDS, alcoholism, drugs, cancer, diabetes, nutrition and racism. This piece was commissioned by the American Indian Community House's (AICH) Women's Wellness Circle. It was developed from healing and empowerment stories collected from women from the community with the goal of empowering other Native women. Using music, song and 'larger than life' props, the sisters communicate the heartbreak, absurdity, pain, humor and power of the stories. It has been shown across the country to Native audiences, healthcare providers and at numerous conferences.

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sexta-feira, 09 julho 2010 11:36

Moments in Tlalteuctli (1993)

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Moments in Tlalteuctli is the working title for this work in progress. In it, Hortencia and Elvira Colorado, of Coatlicue Theater Company, tell stories of environmental and societal violence against women offered as a healing performance for the earth and humanity. The stories examine border exploitation, abuse, the appropriation of culture and spirituality, NAFTA, the dispossession of indigenous people from their land, and the impact of the low intensity war on indigenous communities in Chiapas.

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sexta-feira, 09 julho 2010 11:32

Coatlicue Theater Excerpts (1999)

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This video includes excerpts from four Coatlicue Theater Company productions. Included are: Open Wounds (Welcome scene); Coyolxauhqui (Sister/Yoyolotl/End scene); Traditional Kind of Woman (Cancer scene); and Huipil (Rap ancestor/Dark angel scene).

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Mélange of music and dance by contemporary Native American and African American performers, presented at the Francisco Nunes theater in Belo Horizonte, Brazil, as a part of the 5th Encuentro of the Hemispheric Institute of Performance and Politics, titled Performing Heritage: Contemporary Indigenous and Community-Based Practices (http://hemisphericinstitute.org/eng/seminar/brazil2005/index.html). This performance brings together four contemporary American performances drawing from the artists' cultural roots: Quetzal Guerrero (Native American violinist and dancer), Larry Yazzie (Meskwaki/ Dine World Champion Fancy Dancer), David Pleasant (African-American Gullah/Geeche percussion and song, performing with dancer Joyah Pugh), and Dancing Earth (Indigenous Modern Dance collective directed by Rulan Tangen, with the participation of Quetzal Guerrero, Anthony Thosh Collins and Alejandro Meraz). Quetzal Guerrero and Thosh Collins open the evening with a traditional chant from the Salt River Pima-Maricopa indian community, followed by Quetzal's original solo violin piece. Larry Yazzie then performs his dazzling powwow Fancy Dance from Tama, Iowa, followed by the energetic and powerful percussion of African American David Pleasant, who draws on rhythms dating back to slavery in the United States. Dancing Earth performs a dance piece about the creation of the earth, and the evening ends with all performers bringing together their traditions--and the audience--on stage. There is also a post-performance discussion with the artists, in which they talk about the origins and meanings of their performances.

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