segunda-feira, 26 outubro 2009 21:08

Soledad y Esperanza (2005)

O grupo Fortaleza de la Mujer Maya (FOMMA) é conduzido por Petrona de la Cruz Cruz e Isabel Juárez Espinosa em Chiapas, no México. Os seus programas educam mulheres e crianças indígenas em tzeltal, tzotzil e espanhol e também oferecem uma grande diversidade de oficinas de habilidades vocacionais e de teatro. O FOMMA também presta serviços como creche para as crianças, educação sobre os direitos das mulheres e assistência médica. Parcialmente baseada na vida de Isabel, a sua peça entitulada Soledad y Esperanza é a estória de duas irmãs indígenas que sofreram abusos físicos e emocionais durante toda a vida. Esperanza sonha com uma educação e com a vida na cidade grande. Mas a sua irmã mais velha, Soledad, lhe nega a chance de ir à escola e, ao invés disto, a obriga a trabalhar como empregada doméstica para uma mestiça dominadora na cidade. Apesar dos desafios enfrentados por ela nesse ambiente, Esperanza apaixona-se por Juan, o jardineiro. Uma vez casados, Juan retorna, com a sua nova família, para a sua comunidade, onde ele possui terras férteis, que prometem estabilidade econômica. A felicidade deles não dura muito, porém, porque Juan é brutalmente assassinado pelos seus inimigos, que cobiçavam a sua propriedade. Esperanza, sozinha e grávida, não vê futuro algum ficando ali. Ela decide partir em uma jornada incerta rumo à fronteira, sonhando com uma vida melhor.
Published in FOMMA: Trabalhos
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"Prehispanic Cabaret" is an act of protest against multinational agricultural biotechnology corporations (such as Monsanto) whose introduction of genetically-modified corn into Mexican agriculture severely threatens the country's intangible cultural heritage by all but eliminating natural corn. "We are corn people," says writer, director and performer Jesusa Rodríguez, who has been politically active in in the uphill battle against the government-backed corporations. This cabaret, unlike most of Jesusa and Liliana's work at El Hábito, is largely non-verbal; it is Liliana's mordant lyrics that give voice to Jesusa's symbolic body onstage as she becomes an indigenous woman, a character in a codex, a peasant, and finally the figure of Death. "Cabaret Prehispánico" was performed at the Francisco Nunes theater in Belo Horizonte, Brazil, as a part of the 5th Encuentro of the Hemispheric Institute of Performance and Politics, titled "Performing 'Heritage': Contemporary Indigenous and Community-Based Practices." The performance is followed by a Q&A session, where Jesusa tells the audience that the Death character, besides throwing handfuls of corn up into the air and onto the stage, was also supposed to throw (fake) hundred-dollar bills -- except they were stolen at the airport. Jesusa also reveals that this show (performed only once before, in New York) marks the end of their 15-year trajectory at El Hábito. "There is an abyss behind us and an abyss before us, and we need to take a break to think about where we go from here," she says.

Published in El Hábito: Trabalhos
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